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O mercado segue buscando um equilíbrio devido ao lento escoamento da carne no mercado interno. Exportações seguem em bom ritmo, em novembro o Brasil exportou 155,6 mil toneladas de carne bovina in nat
A alta dos alimentos energéticos e proteicos, com destaque para o milho em decorrência da valorização do câmbio e a boa movimentação para a exportação, dos produtos para sanidade animal e dos combustí
A forte valorização registrada em novembro perdeu força, devido, entre outras razões, a dificuldade do escoamento de carne bovina no mercado interno.
Veja as considerações do diretor-fundador Alcides Torres e do analista e consultor de mercado Hyberville Neto.
Em São Paulo, a carcaça está sendo comercializada, em média, por R$5,23 por quilo, alta de 6,7% nos últimos sete dias. Desde o início do mês a valorização foi de 21,1%.
Oferta restrita de boiadas, melhora do consumo doméstico e exportação em alta mantém viés altista no mercado do boi.
Atualmente, a carcaça tem sido comercializada, em média, por R$5,10 por quilo, alta de 9,2% em sete dias. Desde o início do mês a valorização foi de 18,1%.
No estado, a maior demanda é por garrote. O animal anelorado de 9,5@ teve valorização de 25,5% no período, e atualmente está cotado em R$1,9 mil.
Mesmo com a entrada da segunda quinzena, período com consumo mais ameno, a oferta restrita de boiadas mantém as cotações firmes.
Desde o início do ano, o garrote anelorado teve uma valorização de 9,5%, em janeiro estava cotado em R$1,3 mil, atualmente está cotado em R$1,5 mil.
Mercado do boi gordo segue firme, mesmo com o aumento gradativo do volume de boiadas de cocho chegando ao mercado. Para o milho, expectativa de altas, com a boa demanda para exportação e maior movimen
Em setembro passado, o bezerro de desmama anelorado (6@) estava cotado em R$1,000 mil, e, atualmente está cotado em R$1.340,00, valorização de 31,7%.
Em São Paulo, apesar das variações de preços ocorrerem de maneira compassada, estas, tem sido positivas. A última desvalorização registrada no estado foi no dia 24/7.
Em setembro, até o momento, a valorização da carne bovina foi de 0,6%.
A oferta limitada de boiadas mantém o mercado firme. A última desvalorização registrada foi no dia 12/9, no Norte do Tocantins. De lá pra cá, os preços das 32 regiões pesquisadas ficaram, de estáveis
Na média das três praças pesquisadas em Mato Grosso do Sul, a valorização foi de 0,4% na comparação dia a dia. No estado, as escalas de abate atendem, em média, cinco dias.
A oferta restrita de boiadas terminadas tem dado firmeza ao mercado. Nem mesmo a terceira semana do mês, período mais fraco para as vendas dos frigoríficos, tirou a sustentação do mercado.
O leite comercializado no mercado spot, que é aquele leite negociado entre as indústrias, vem reagindo desde julho.
Na média de todos os cortes pesquisados pela Scot Consultoria, a valorização foi de 0,2% na comparação semanal.
Na média de todos os cortes pesquisados pela Scot Consultoria, a desvalorização foi de 0,05%.
Nas granjas de São Paulo, a caixa com trinta dúzias de ovos fechou agosto cotada, em média, em R$69,61, frente aos R$64,00 registrados em julho. No atacado, a valorização em igual período foi de 8,2%.
Mercado do boi gordo encerra a semana com preços firmes e em alta. No fechamento de hoje, das 32 praças pecuárias analisadas, a arroba subiu em três e caiu em uma.
O consumo fraco do final do mês puxou para baixo os preços da carne bovina no atacado. Na média de todos os cortes pesquisados, a desvalorização foi de 0,3% nesta semana.
Início de mês, entrada dos salários da população em circulação, volta às aulas e oferta mais ajustada foram fatores que colaboraram para a retomada da firmeza no mercado de ovos na última semana.
Carne suína e de frango tem forte valorização nos últimos doze meses, melhorando a competitividade para a carne bovina.
Acompanhando o aumento da demanda durante a primeira semana do mês e a fim de abastecer os estoques, o atacado reagiu e a carcaça de frango passou de R$4,45 para R$4,53 por quilo, valorização de 1,8%
Nas granjas paulistas a desvalorização nos últimos sete dias foi de 9,3% e a caixa com trinta dúzias de ovos está cotada, em média, em R$58,50.
A expectativa para este ano é de recuperação das margens do produtor de leite, em função dos custos de produção menores, em especial com os alimentos concentrados.
No pagamento realizado em abril, que remunera a produção de março, o aumento foi de 0,9%, considerando a média nacional. Com esta alta, este foi o quarto mês consecutivo de valorização para o produtor
Entrevista com o pesquisador,Carlos Roberto Sanquetta
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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