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O mercado está desacelerado em função dos feriados de fim de ano, com parte das indústrias fora das compras e escalas de abate para o início de 2026. Ao mesmo tempo, as vendas de carne seguem boas e a oferta de boiada permanece reduzida.
O mercado do leite entra em 2026 com um cenário que exige atenção.
No terceiro trimestre, foram curtidas 10,2 milhões de unidades, um crescimento de 19,8% frente ao mesmo trimestre de 2024.
Com produção recorde e participação crescente na fabricação de biodiesel, o sebo ganha destaque na produção de biodiesel.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou.
Mercado mais ofertado, frente a uma demanda que não avança no mesmo ritmo, pressiona os preços.
Safra histórica e maior área coberta com defensivos agrícolas, com destaque para soja e milho, impulsionam a importação de fungicidas.
O Brasil exportou 847,4 mil bovinos de janeiro a outubro.
Um olhar para a margem da indústria frigorífica e o potencial para o preço da arroba do boi gordo no fim de 2025.
Cadeia produtiva defende a retomada, pelo governo brasileiro, da análise antidumping contra produto oriundo de países do Mercosul.
Apesar de um mercado de estável à queda desde setembro, os preços do café seguem firmes e são os maiores em cinco anos.
Boletins regionais orientam a adubação de pastagens, mas apresentam limitações frente à complexidade dos sistemas produtivos e à dinâmica da fertilidade do solo.
O preço do leite ao produtor registrou a sexta queda consecutiva. No pagamento de outubro, referente ao leite entregue em setembro, o recuo foi de 3,0%, ou R$0,07/litro.
A semana terminou com as cotações estáveis em São Paulo.
Preços continuam os maiores dos últimos cinco anos para o arábica, enquanto o conilon apresenta recuos.
O preço médio da saca com 50kg, em outubro, foi o menor desde abril de 2020, representando uma queda de 51,3% em relação a outubro de 2024.
O preço do leite pago ao produtor segue em queda, reflexo do aumento da oferta acima da demanda. Segundo Juliana Pila, analista da Scot Consultoria, no pagamento de setembro, referente ao leite entregue em agosto, a desvalorização da média Brasil foi de 2,0% na comparação mensal.
Setembro bate recorde de sebo bovino para biodiesel, com alta de 30,3% e inversão na participação de mercado.
O volume médio diário exportado na parcial de outubro, de 15,4 mil toneladas, está 25,0% acima do embarcado por dia em outubro de 2024.
Apesar da safra recorde no Brasil e da boa oferta global, a expectativa é de preços firmes nos próximos dois meses.
A Coalizão Brasil apresentou, durante a Climate Week NYC (Semana do Clima de Nova Iorque), documento com políticas brasileiras de sustentabilidade que podem servir de modelo para outros países, com o objetivo de contribuir para a redução das emissões globais de gases de efeito estufa.
No primeiro semestre, foram produzidas 16,9 milhões de unidades, e para o segundo semestre a estimativa é de um aumento nesse volume.
Ao longo da quarta semana de outubro, o mercado do boi gordo manteve-se firme, sustentado por uma oferta ajustada e por um escoamento de carne que, embora tenha perdido fôlego em relação à primeira quinzena, foi considerado bom para o período e, em comparação com o desempenho de setembro, mostrou melhora significativa.
Restrições chinesas na exportação de fertilizantes têm preocupado o mercado, uma vez que o quadro já é de alta de preço.
Volume exportado é grande, mas longe do pico de 2023.
Uma parte da ponta compradora estava fora do mercado e aguardava os resultados das vendas do fim de semana para definir as ofertas de compras.
Banir a externalização de bovinos vivos tira receita do Brasil, mas manter o canal com regras de bem-estar equilibra externalidades e preserva empregos e competitividade.
Diferindo da sazonalidade para outubro, os preços dos bovinos se mantiveram sustentados em todas as categorias na região.
O mercado do boi gordo mantém tendência de firmeza na primeira quinzena de outubro. Segundo levantamento da Scot Consultoria, 32 das 33 praças monitoradas registraram alta nas cotações, com a arroba do boi gordo destinado ao mercado interno, em São Paulo, sendo negociada em R$307,00 e R$310,00 para o
O mercado do boi gordo manteve-se firme na terceira semana de outubro, sem variações nas cotações do boi comum e da vaca. A cotação da novilha, porém, apresentou valorização de R$3,00/@.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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