1876 resultado(s) encontrado(s)!
As ofertas mais enxutas de boiadas terminadas e a redução de fêmeas para abate têm dado firmeza à cotação do boi gordo, apesar da exportação desacelerada - quadro que pode mudar, com a retomada das negociações com o mercado chinês.
Apesar da menor demanda no varejo e dos pedidos reduzidos no atacado, as cotações avançaram nos diferentes elos do mercado.
Abate sob inspeção sanitária somou 10,7 milhões de cabeças no segundo trimestre de 2026, alta de 1,3% frente ao mesmo período de 2025.
Foco da doença foi identificado em Chongqing, enquanto missão sanitária chinesa prepara auditoria em frigoríficos, laboratórios e propriedades rurais no Brasil.
Centro-Sul concentra os maiores volumes, enquanto o interior do Nordeste e parte do Norte devem ter pouca chuva.
Com a chegada do mês de setembro, o boi gordo, a reposição e os grãos ganharam firmeza e consolidaram um cenário de alta nos preços no mercado físico.
Carne bovina e frango ganharam sustentação na primeira quinzena de setembro, enquanto os suínos tiveram alta no atacado e estabilidade na granja.
Apesar de tratável, a doença pode gerar prejuízos econômicos enquanto não for controlada.
Somando carne bovina, suína, aves, ovos, mel e equinos, o Brasil faturou US$261,8 milhões com os embarques à União Européia no mês de agosto, recorde na série histórica.
Maior disponibilidade pressiona as cotações, enquanto riscos climáticos podem afetar a próxima safra.
Frango avança com melhora da demanda, suíno permanece estável e bovinos apresentam recuperação nas vendas no atacado e no varejo.
O mercado do boi gordo iniciou setembro com recuperação das cotações. O preço do leite pago ao produtor registrou nova alta em agosto, enquanto os preços dos grãos, como milho e soja, também seguem em alta.
A indústria pressiona por apoio direto aos custos de matérias-primas.
Média nacional chegou a R$2,53 por litro, enquanto captação ainda abaixo dos níveis do início do ano mantém os estoques ajustados.
Estoques de passagem confortáveis põem limite às altas, enquanto o consumo aquecido sustenta os preços acima do patamar de 2025.
Preço médio atingiu US$1.517 por cabeça em julho, maior valor da série, enquanto os embarques de agosto podem superar 120,0 mil cabeças.
Fim do mês reduziu o ritmo das vendas de carne bovina, enquanto oferta e demanda ficaram ajustadas no mercado de frango; suínos seguiram pressionados.
Equilibrio entre oferta e demanda deve marcar setembro e pode sustentar preços da arroba do boi gordo ao longo do mês.
O Fórum reuniu especialistas para discutir o avanço dos bioinsumos, os desafios da adoção e o potencial estratégico do Brasil no setor.
Produção brasileira deve chegar a 186 milhões de toneladas na safra 2026/27, mantendo vantagem sobre os Estados Unidos.
Medida busca ampliar a oferta no mercado americano, enquanto pecuaristas locais temem pressão sobre os preços e a recuperação do rebanho.
Sul e Sudeste devem receber os maiores acumulados, enquanto praças importantes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste têm pouca ou nenhuma chuva.
Demanda interna mais fraca reduz o ritmo dos negócios e pressiona as cotações, mas cenário ainda é de equilíbrio no mercado pecuário.
Os fundamentos de mercado indicam para preços firmes e em alta para a arroba do boi gordo e a saca de milho nos próximos meses.
Exportações de carne bovina desaceleram em agosto, enquanto a valorização da tonelada pode reduz o impacto da queda no volume embarcado.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
Receba nossos relatórios diários e gratuitos