5753 resultado(s) encontrado(s)!
Começou nesta quarta-feira (24), em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, o Encontro de Intensificação de Pastagens, promovido pela Scot Consultoria. O evento apresenta dois dias de palestras e debates com foco em suplementação, manejo e estratégias para o fortalecimento do setor pecuário.
Marrocos surpreende e amplia compras de gado vivo brasileiro em mais de 400% no mês, enquanto tradicionais compradores reduziram as aquisições.
Em Ribeirão Preto, Pedro Gonçalves analisa a transformação da pecuária nacional com foco na produtividade, sustentabilidade e protagonismo global da carne produzida a pasto.
Em palestra técnica, professor da UFT destaca como solo fértil, nutrição equilibrada e estímulos fisiológicos aumentam em até 10 vezes a produtividade do capim Mombaça.
O primeiro dia do Encontro de Intensificação de Pastagens contou com diversos investigadores trazendo um passo-a-passo do caso do sumiço do lucro.
Importação e uso de herbicidas prontos para uso crescem em 2025, mesmo em ano de custos elevados no campo.
De janeiro a agosto, o Brasil exportou 624,1 mil cabeças de bovinos vivos.
Clima adverso, queda na produtividade e o vendedor retraído sustentaram os preços do café no mercado brasileiro.
Apesar do déficit hídrico, compradores seguem buscando bovinos magros, sustentando a valorização da cotação de várias categorias em São Paulo.
Após alta no início de setembro, preços cedem.
Menor produção para o segundo semestre, e estabilidade dos preços do sebo bovino, sustentados pela demanda firme do mercado interno e exportações.
Com mais de 30 anos de experiência, William Marchió revela práticas e métricas que consolidam a agropecuária regenerativa como realidade, e não como marketing.
O aumento de 15,5% na produção de doses de sêmen reforça o papel da genética e da inseminação artificial como insumos essenciais para a melhoria da eficiência reprodutiva e a sustentabilidade da pecuária de corte.
Captação formal de leite foi recorde no primeiro semestre de 2025, impulsionada por margens favoráveis.
Apesar da entrada em vigor da tarifa norte-americana à carne bovina, a exportação está firme. Destaque para a Indonésia, que aumentou o número de fornecedores brasileiros e, para o México, que também deve fazê-lo em breve.
Complexo de soja segue como carro-chefe das exportações argentinas, representando mais de 20,0% do total no primeiro semestre de 2025.
O crescimento expressivo da captação este ano pode ser explicado devido a margens mais favoráveis ao produtor de leite, que estimularam investimentos na atividade, principalmente em nutrição. Além disso, a adoção de tecnologias tem mitigado os efeitos típicos da entressafra.
Consumo interno fraco impede reação esperada no início do mês, pressionando o atacado e mantendo estabilidade nas granjas.
Em São Paulo, a demanda firme e entrada de salários impulsionaram os preços nas granjas e no atacado.
A estabilidade de preços do sebo bovino no curto prazo é sustentada pela oferta contida, pelo aumento nas exportações e pela maior demanda do mercado interno.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continuava bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continua bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
A demanda global por carne aumenta ano a ano e, mesmo com as restrições dos EUA, o Brasil mantém o protagonismo na exportação e é referência de competitividade no mercado mundial.
No curto prazo, deve ocorrer um aumento no volume de vendas, com uma expectativa de menor pressão negativa sobre os preços no varejo.
Em São Paulo, os negócios seguiram lentos, com compradores mantendo cautela diante da persistente falta de chuvas.
Mesmo com a virada do mês, a espera pelo quinto dia útil mantém limitado o poder de compra do consumidor.
Estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por oferta contida, com queda na produção de sebo e uma demanda aquecida no mercado interno.
Apesar do atraso na colheita, a produção 2024/25 deve superar a do ano passado e sustentar a tendência de queda nas cotações, ao menos por enquanto.
Destaques de crescimento para as culturas de milho (19,9%), soja (14,2%), arroz (17,7%), algodão (7,1%) e café (0,8%), no comparativo do mesmo período do ano anterior.
Na parcial de agosto, com um quilo de carne bovina foi possível adquirir 2,74 quilos de carne de frango, queda de 1,7% em relação a julho. Apesar do recuo, esse foi o segundo maior patamar do ano, atrás apenas de junho e julho, quando o indicador chegou a 2,79 quilos, em ambos os meses.
Entrevista com o médico veterinário, Ubirajara Bilego
AgroMais
Cotações e tendências para o mercado do boi gordo
Receba nossos relatórios diários e gratuitos