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Concorrência com produtos natalinos mantém preços pressionados.
Após um primeiro trimestre que parecia promissor, preços despencaram por sete meses consecutivos.
Viés de alta na cotação continua durante novembro e o entendimento é que deve continuar assim.
Como de costume, o mercado abriu a semana com poucos negócios.
Desequilíbrio entre oferta e demanda mantém mercado pressionado na última semana de outubro.
Perspectiva de boa produção na Argentina tem sido um dos fatores que tem pressionado a cotação.
Com o avanço da colheita, a oferta aumentou, pressionando os preços.
Apesar dos preços em queda, as exportações alcançaram recorde em setembro.
Soma de fatores vem derrubando o mercado de reposição em Minas Gerais.
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