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Para a próxima semana, o cenário atual de escalas de abate relativamente confortáveis pode dar espaço para que a pressão de baixa ganhe corpo.
Ritmo mais lento dos negócios na segunda quinzena de julho refletiu em queda nos preços dos ovos, que devolveu praticamente toda a alta da primeira quinzena
A pressão de baixa do boi gordo nos últimos dias, somada às quedas nas temperaturas, que prejudicaram ainda mais a qualidade das pastagens, explicam esse cenário.
Pressão de baixa foi menor no mercado do boi gordo nos últimos dias, mas atenção a questão na Argentina, que pode favorecer os embarques brasileiros de carne bovina em curto e médio prazos. Confira as
Devido ao cenário de pressão de baixa observada no boi gordo, o mercado de reposição trabalhou com o freio de mão puxado na última semana, e os preços fecharam em queda de 0,1%, ou seja, praticamente
Com a entrada do período da seca e consequente retração na capacidade de suporte das pastagens, a oferta de animais tende a aumentar e, com isso, manter as cotações da reposição com pressão de baixa.
Diante da pressão de baixa observada para o boi gordo nos últimos dias, o mercado de reposição trabalhou mais travado na última semana, no entanto, a oferta restrita de animais segue dando sustentação
Mercado do boi gordo já sente o efeito de final de safra, com aumento da oferta de gado permitindo que os compradores pressionem as cotações. Para o milho, as incertezas com relação à produção na segu
Com a pressão de baixa devido ao relativo aumento de oferta, os compradores não estão com dificuldades de manter os preços, com lotes sendo adquiridos abaixo da referência, mas por enquanto, de modo g
Em São Paulo, com programações de abate mais confortáveis, atendendo em média 6 a 7 dias, as indústrias frigoríficas abriram a semana pagando R$1,00/@ a menos para o boi e novilha gordos.
A pressão de baixa continua, e tem surtido efeito sobre as cotações. Com programações de abate mais confortáveis, atendendo em média 6 a 7 dias, as indústrias frigoríficas abriram a semana pagando R$1
Depois da alta no pagamento do leite ao produtor em dezembro/20, a expectativa é de uma maior pressão de baixa no pagamento a ser realizado em janeiro/21, com a produção aumentando e a demanda interna
Com alguns frigoríficos mais confortáveis, reflexo do alongamento das escalas de abate, a oferta de compra em preços menores, por parte das indústrias, parece não ter fim. As indústrias abriram a últi
As programações de abate praticamente preparadas para atender as festividades de final de ano e as exportações em ritmo mais compassado, comparadas aos últimos dois meses, fizeram boa parte das indúst
As programações de abate praticamente preparadas para atender as festividades de final de ano e exportações em ritmo mais compassado, comparadas aos últimos dois meses, fizeram boa parte das indústria
Em São Paulo, boa parte das indústrias frigoríficas estava fora das compras na manhã da última segunda-feira (14/12).
Devido a pressão de baixa no mercado do boi gordo dos últimos dias, associado às cotações mais frouxas do milho e soja grão, a procura pelos coprodutos das usinas de etanol de milho deram uma esfriada
Boa parte das indústrias frigoríficas estão fora das compras. Com a programação de abate praticamente completa, para atender as festividades de final de ano, o mercado está frio. A cotação da arroba d
O cenário é reflexo do alongamento das escalas de abate que, em São Paulo, está, em média, em cinco dias, permitindo a oferta de preços menores.
Por mais um dia, as indústrias abriram as negociações derrubando os preços, ofertando R$5,00/@ a menos na comparação diária, com alguns frigoríficos fora das compras na última quinta-feira (26/11).
Com escalas ligeiramente melhores e o feriado em parte do Brasil (Consciência Negra), algumas indústrias frigoríficas estiveram fora das compras, o que influenciou no ritmo dos negócios.
A pressão de baixa foi observada em 18 das 32 praças pecuárias. Apesar da pressão, o lento escoamento da carne, as escalas de abate enxutas e a oferta restrita de animais seguem como fatores decisivos
A pressão de baixa sobre as cotações nas ordens de compra das indústrias paulistas surte pouco efeito.
Apesar da estabilidade, a demanda por sebo está menor, o que colabora com a pressão de baixa.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central o sebo está custando R$2,90/kg, livre de imposto. Queda de 1,7% frente a semana anterior.
A menor demanda, tanto para o setor de biodiesel, como para o setor de higiene e limpeza, mantém o mercado do sebo pressionado.
Em curto prazo, mesmo diante da pressão de baixa no mercado do boi gordo, em função do fraco consumo de carne bovina no mercado doméstico, o que tem esfriado o mercado de reposição, a oferta restrita
As incertezas com relação à demanda deixam os compradores apáticos e com uma preocupação maior de não acumular estoques. Soma-se a isso, o fato de estarmos na segunda quinzena do mês, no qual as venda
Os preços vigentes são os menores registrados este ano, tanto na granja como no atacado. A redução nas cotações desde o início do ano foi de 27,5% e 33,7% na granja e no atacado, respectivamente.
Nos últimos sete dias, a desvalorização no atacado foi de 3,6%, com a carcaça sendo negociada, em média, em R$4,05 o quilo.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
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