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Maior interesse de compra reduz a pressão de baixa no mercado
Apesar da estabilidade na comparação dia a dia, a semana encerrou sob pressão de baixa, influenciada por consumo fraco, escalas de abate confortáveis e indústria cautelosa nas compras.
Após pressão de baixa em julho, o mercado do boi gordo deu sinais de recuperação no fim do mês e, a dúvida que fica é se o movimento perdurará.
Após pressão de baixa em julho, o mercado do boi gordo deu sinais de recuperação no fim do mês e, a dúvida que fica é se o movimento perdurará. Há fundamentos favoráveis e que indicam uma trajetória de preços melhores para o segundo semestre - apesar da confirmação das tarifas norte-americanas à exportação da carne bovina brasileira.
A arroba do boi gordo voltou a operar abaixo dos R$300, refletindo uma combinação de fatores de mercado. Segundo Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria, a pressão de baixa não se deve apenas às tarifas anunciadas pelos EUA.
Segundo Pedro Gonçalves, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo enfrenta uma leve pressão de baixa devido ao frio e ao aumento pontual da oferta, mas a expectativa é de recuperação nas próximas semanas. A referência em São Paulo está entre R$310 e R$315/@ - cerca de R$100 acima do registrado no mesmo período do ano passado.
Início de mês poderá diminuir a pressão de baixa às cotações observada no fim de junho.
Pedro Gonçalves, engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria, destaca cenário de oferta e demanda no Estado e projeta possíveis movimentações no curto prazo.
Alguns fatores diminuíram a pressão de baixa à cotação do cereal no Brasil, apesar do avanço da colheita da segunda safra. O movimento de queda menos intenso não deve assustar, o mercado espera seguir pressionado para baixo com o avanço da safra aumentando a disponibilidade interna em curto prazo.
O mercado do boi gordo iniciou maio pressionado pela maior oferta de bovinos com o avançar do outono e pela demanda interna mais fraca do que o esperado no Dia das Mães. Das 32 praças acompanhadas pela Scot Consultoria, 27 registraram queda na arroba, incluindo São Paulo, onde os preços giram entre R$313,00 e R$317,00. As escalas das indústrias estão confortáveis (9 a 10 dias), e o consumo interno enfraquecido contribui para a pressão de baixa, que deve continuar ao longo da segunda quinzena do mês.
O mercado começou maio conforme esperado, com pressão de baixa sobre as cotações. Nem mesmo a semana de recebimento dos salários e que antecede o final de semana do Dias Mães foi suficiente para gerar movimentações positivas nos preços.
Mercado do boi gordo pressionado no fim de abril e início de maio. Historicamente a cotação do boi gordo, na média mensal, só não foi menor em maio frente a abril em 2017, nos demais anos houve pressão de baixa.
A segunda quinzena de abril foi marcada por uma combinação de fatores que explicam o recuo nas cotações. A entrada do outono reduziu o vigor das pastagens, elevando a oferta de gado pronto. Além disso, o dólar mais baixo e a queda nos preços pagos pela China e EUA, que passaram de até US$6.200 para cerca de US$5.700 por tonelada, pressionaram o mercado. Com isso, as escalas de abate se alongaram - em São Paulo, por exemplo, foram de 8 para 13 dias - e muitos frigoríficos reduziram o ritmo das compras após o feriado prolongado.
O mercado do boi gordo encerra abril com pressão de baixa em São Paulo, principal praça de referência do país. O mês foi marcado por uma virada: enquanto o início trouxe cotações firmes, a segunda quinzena mostrou recuo nos preços devido ao aumento da oferta e estoques elevados nos frigoríficos.
Consumidor tem demonstrado resistência aos aumentos de preços, junto a isso, as altas temperaturas, que acabam prejudicando a qualidade e durabilidade do produto, gera necessidade de aumentar o giro de mercadorias, o que colabora para a pressão de baixa.
A arroba do boi gordo segue pressionada pela alta oferta de fêmeas para o abate, reflexo do atraso da estação de monta e das dificuldades com pastagens ao final do ano anterior. Os preços caíram em fevereiro, com média de R$315,00 até R$320,00 em São Paulo.
O mercado do boi gordo em fevereiro tem mostrado um cenário de oferta mais ampla, com aumento no abate de fêmeas e pressão de baixa sobre os preços.
Apesar da pressão de baixa para a cotação da arroba do boi gordo em dezembro/24, a referência encerra 2024 com preços bem acima do observado no começo de 2024 e com perspectiva favorável para as cotações em 2025.
A pressão de baixa sobre os preços observadas no início do mês vem aos poucos perdendo força, dando lugar a estabilidade.
Nas praças pecuárias paulistas, desde março, o preço da categoria registra acréscimo de 8,5%. O que pode nos indicar que sinais de reversão da fase do ciclo pecuário podem estar começando aparecer.
No mercado do boi gordo, a pressão de baixa persiste e 2024 não está sendo fácil. Mas, há sinais de um horizonte promissor que não podem passar despercebidos pelo pecuarista.
A queda de braço entre a ponta vendedora e a ponta compradora continua, contudo, diminuindo parcialmente a pressão de baixa no estado. Na quinta-feira, as indústrias frigoríficas para completarem suas
Apesar do recorde de exportação, o ano de 2023 foi desafiador para os pecuaristas, que sofreram com a pressão de baixa. Em 2024, será que a arroba do boi gordo deve reagir?
Em São Paulo, os preços do "boi China", novilha e vaca gorda caíram na semana após o carnaval. No mercado de reposição, pressão também foi de baixa às categorias de machos nas praças paulist
A colheita da segunda safra de milho avançou na última semana, mas está atrasada em relação à safra passada
Em São Paulo, a cotação do boi gordo permaneceu estável desde o início de junho. As únicas categorias que apresentaram quedas nos preços, durante a primeira quinzena do mês, foram o “boi China” e a va
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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