Maior interesse de compra reduz a pressão de baixa no mercado
Foto: Scot Consultoria
Na comparação feita dia a dia, as cotações não mudaram. Apesar disso, em relação ao fechamento da sexta-feira passada, as cotações do boi gordo e do “boi China” caíram 1,4% e 1,7%, ou R$5,00/@ e R$6,00/@, respectivamente. Para as fêmeas, também houve queda, mas moderada diante da menor oferta dessa categoria. Na mesma comparação, a cotação da vaca caiu 0,9%, ou R$3,00/@, e a da novilha, 1,5%, ou R$5,00/@.
Naquela sexta-feira, a oferta controlada de boiadas e a postura firme dos vendedores contiveram a pressão de baixa em cena desde segunda-feira. Do lado da demanda, as compras ocorreram de forma moderada e com compradores seletivos, mantendo o mercado equilibrado.
Entre a tarde do dia anterior e a manhã de sexta, a procura por boiadas pelos compradores, com o intuito de manter as escalas confortáveis para o início da próxima semana e para setembro, aumentou. As indústrias que indicavam preços abaixo das referências elevaram suas ofertas diante da dificuldade em fechar negócios e da necessidade de abastecimento.
Em média, as escalas de abate atendiam a uma semana, mas algumas indústrias já trabalhavam com programações para duas semanas.
Após as quedas registradas no dia anterior para as fêmeas na região Sul, na sexta-feira o mercado abriu com preços estáveis para todas as categorias em ambas as praças goianas. Apesar disso, os compradores faziam pressão de baixa para a efetivação de novas compras.
As escalas de abate atendiam, em média, a uma semana.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 28/8/2026.
<< Notícia AnteriorReceba nossos relatórios diários e gratuitos