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Aumento da demanda, típico do final de ano, pressiona os preços para cima.
Aumento da demanda pressiona positivamente os preços do suíno na granja e no atacado.
Com baixa no preço do trigo, o poder de compra do pecuarista frente ao farelo de trigo melhorou.
Levantamento apontou que, entre 17 países, o menor custo de produção é o do Brasil.
No atacado, a média de preços de outubro, de R$6,98 por quilo, foi a maior registrada este ano.
Recebimento dos salários e feriado na semana colaboram para a alta nos preços.
Queda nos preços do milho nos últimos meses têm influenciado positivamente no poder de compra.
Apesar da queda no preço pago por tonelada, volume é superior ao visto no mesmo período de 2022.
Virada de mês e redução na oferta de suínos terminados pressionam positivamente os preços.
Após semanas em queda desde maio, os preços voltaram a subir no mercado de ovos em São Paulo.
Expectativas de preços do mercado de reposição não são animadoras.
Final de mês e concorrência com outras fontes de proteínas pressionam os preços do suíno para baixo.
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