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Os custos de produção da atividade leiteira tiveram nova alta em novembro frente ao mês anterior. O Indicador calculado pela Scot Consultoria subiu 2,2% no período.
É fundamental fornecer uma dieta que atenda a todas as necessidades da vaca, principalmente durante a gestação, pois, se suas exigências são atendidas, as necessidades do bezerro também são.
Esta semana foi um período atípico no mercado de commodities agrícolas do Brasil, principalmente para o boi gordo.
Para o curto e médios prazos, com a falta de oferta associada à demanda aquecida no período das águas, o mercado deve seguir com preços pressionados para cima.
Nas granjas, os preços cederam 1,5% no período. A ave terminada está cotada, em média, em R$3,25 por quilo.
No estado, a maior demanda é por garrote. O animal anelorado de 9,5@ teve valorização de 25,5% no período, e atualmente está cotado em R$1,9 mil.
Na média de todos os produtos pesquisados, o recuo foi de 0,3% na segunda quinzena de outubro frente a igual período do mês anterior. O leite longa vida caiu 2,2% em igual período. Em relação a quinze
A melhor movimentação no mercado interno, junto aos bons volumes exportados, manteve o mercado firme no período.
No atacado, com a desaceleração nas vendas os preços cederam no período. A carcaça passou de R$4,20 por quilo, para os atuais R$4,10 por quilo.
As maiores altas aconteceram no Oeste do Maranhão, Paragominas-PA e Acre, cujas altas foram de 5,1%, no período, nas três regiões.
No atacado, a caixa do produto está sendo comercializada, em média, em R$71,00, recuo de 5,3% no mesmo período.
Os custos de produção da atividade leiteira voltaram a subir em outubro frente ao mês anterior. O indicador calculado pela Scot Consultoria aumentou 2,2% no período.
Mesmo com a entrada da segunda quinzena, período com consumo mais ameno, a oferta restrita de boiadas mantém as cotações firmes.
Em setembro, a média diária foi de US$2,10 milhões em gastos com as importações de lácteos, aumento de 40,1% na comparação mensal e de 1,8% em relação a igual período do ano passado.
Durante setembro, foram exportadas 49,8 mil toneladas de carne suína in natura, alta de 13,2% em relação a agosto último e 3,5% em relação ao mesmo período de 2018.
No primeiro semestre de 2019 o volume ficou maior em todo o período na comparação mês a mês com 2018 e cresceu 5% no acumulado deste ano.
A oferta restrita de boiadas terminadas tem dado firmeza ao mercado. Nem mesmo a terceira semana do mês, período mais fraco para as vendas dos frigoríficos, tirou a sustentação do mercado.
No acumulado de janeiro a agosto o volume exportado de carne bovina in natura cresceu 15% frente a igual período do ano passado.
No parcial de agosto, até a quarta semana, a média diária foi de US$1,53 milhão em gastos com as importações de lácteos, recuo de 0,5% na comparação mensal e queda de 19,8% em relação a igual período
Nas granjas de São Paulo, a caixa com trinta dúzias de ovos fechou agosto cotada, em média, em R$69,61, frente aos R$64,00 registrados em julho. No atacado, a valorização em igual período foi de 8,2%.
Vale destacar, porém, que apesar do movimento de baixa no decorrer de julho e agosto, a média do mês ainda supera o registrado no mesmo período do ano passado.
A baixa disponibilidade de animais terminados para o abate tem sido o fator que tem ditado o rumo do mercado do boi gordo. Ou seja, mesmo com o baixo consumo, típico para o período, a oferta restrita
Apesar da menor demanda, típico para o período, a oferta restrita de boiadas tem dado sustentação aos preços do boi gordo. Do lado do milho, a exportação em alta limita a queda de preço mesmo com a bo
Apesar do recuo, em relação a igual período do ano passado, o indicador está 2,1% maior este ano.
Já em julho, a média diária foi de US$1,54 milhões em gastos com as importações de lácteos, recuo de 26,0% na comparação mensal e queda de 28,8% em relação a igual período do ano passado.
O período do mês não favorece as vendas no mercado doméstico, junto a isso, o volume embarcado também diminuiu o ritmo em julho.
Apesar da carne bovina no atacado também ter tido valorizações no período, as altas nos preços do varejo foram maiores o que resultou em uma melhora na margem de comercialização deste elo da cadeia, e
No acumulado do primeiro semestre de 2019, as exportações somaram 289 mil cabeças de bovinos vivos, queda de 25,6% comparado com o mesmo período de 2018.
Apesar da recente pressão nos preços, na comparação anual o mercado segue favorável. Tanto nas granjas, como no atacado, as cotações estão 69,5% e 67,0% maiores que igual período de 2018, respectivame
Entrevista com o diretor-fundador da Scot Consultoria e Engenheiro agrônomo, Alcides Torres
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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