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A falta de animais terminados associada a escalas de abate curtas e à demanda internacional aquecida vêm pressionando significativamente as cotações.
Com escalas curtas e com a virada do mês, as indústrias frigoríficas paulistas abriram a última quarta-feira (28/10) pagando mais pelo boi gordo.
Embora o consumo comedido no mercado interno, a disponibilidade limitada de boiadas e as programações de abate enxutas, deixam pouco espaço para preços abaixo da referência.
Já o preço do boi gordo destinado ao mercado interno ficou estável na última segunda-feira (26/10) na comparação ao fechamento da última sexta-feira (23/10), em R$268,00/@, preço bruto e à vista.
O ritmo de negócios foi menor, cenário típico de sexta-feira. A oferta de boiadas está limitada, o que mantém a expectativa de cotações firmes na próxima semana.
O destaque vai para a ponta de agulha que subiu 5,5% na semana passada. O quilo ficou cotado em R$14,50/kg, segundo levantamento da Scot Consultoria.
O pequeno volume de boiadas ofertadas continua sendo o fator para que negócios com preços maiores aconteçam.
O mercado do boi gordo abriu mais uma vez em alta.
Em São Paulo, o pequeno volume de animais ofertados foi o fator que estimulou negócios em até R$270,00/@, preço bruto e à vista no boi padrão China.
Em São Paulo, as indústrias frigoríficas iniciaram o dia pagando mais pela arroba do boi gordo. O pequeno volume de animais ofertados foi o fator que estimulou negócios em até R$270,00/@, preço bruto
Segundo levantamento da Scot Consultoria, a arroba do boi gordo ficou cotada em R$265,00/@, considerando preço bruto e à vista, R$264,50/@, com desconto do Senar e R$261,00/@ com desconto do Senar e F
Segundo levantamento da Scot Consultoria, o boi gordo para o mercado interno permaneceu cotado em R$265,00/@, considerando o preço bruto e a prazo, R$264,50/@, com desconto do Senar e R$261,00/@ com d
As praças paulistas começaram a semana com os mesmos preços de sexta-feira (16/10), e a cotação da arroba do boi gordo para o mercado interno permaneceu cotada em R$265,00/@, considerando o preço brut
A cotação da arroba da vaca gorda subiu R$1,00 em relação ao dia anterior (15/10) e ficou em R$251,00, preço bruto e a prazo. Os preços das novilhas subiram na mesma toada e ficaram em R$257,00/@, alt
Dentre a peças pesquisadas pela Scot Consultoria, o destaque foi para o dianteiro 1x1, que depois de alguns recuos nos últimos quinze dias, subiu 3,3% e ficou cotado em R$14,00/kg.
Em São Paulo, a referência do boi gordo para o mercado interno está estável, na comparação feita dia a dia, cotado em R$265,00/@, considerando o preço bruto e a prazo, R$264,50/@, com desconto do Sena
Apesar da estabilidade para os machos, a cotação da vaca gorda subiu R$3,00/@, frente ao dia anterior (13/10) e ficou em R$247,00/@, preço bruto e a prazo.
A média diária embarcada até a segunda semana de outubro foi de 8,58 mil toneladas, 10,8% maior que no mesmo período de 2019 (Secex).
Nas praças paulistas, a referência do boi gordo no mercado interno subiu R$3,00/@ na comparação feita dia a dia e está em R$265,00/@, considerando o preço bruto e a prazo, R$264,50/@, com desconto do
Bezerra de desmama valorizou 97,4% em um ano.
Em São Paulo, a cotação da arroba do boi gordo está estável, na comparação diária, embora já tenham ocorrido negócios firmados em R$263,00/@.
Poucos negócios nesse começo de semana. Das 32 praças monitoradas pela Scot Consultoria, quatro registraram alta nesta terça-feira pós feriado.
Os compradores começaram o dia oferecendo menos pela arroba do boi gordo. Reflexo do leve alongamento, das escalas de abate na comparação dia a dia.
Em São Paulo, animais que atendem o mercado externo ficaram cotados em R$260,00/@. Com negócios pontuais nestes preços para boiadas destinadas ao mercado interno.
Poucos negócios entre as indústrias frigoríficas e os pecuaristas resume esta segunda-feira. Apesar da calmaria, a vaca e a novilha para abate começaram a semana com preços maiores, aumento de R$1,00/
Em São Paulo, apesar da calmaria, a vaca e a novilha para abate começaram a semana com preços maiores, aumento de R$1,00/@ e R$2,00/@, respectivamente, ante a última sexta-feira (2/10).
A influência da qualidade, quantidade e uso racional da água na bovinocultura.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
Boi gordo encerra maio com mercado dando sinais de sustentação
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