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A dificuldade no escoamento de carne bovina no mercado interno deixou as cotações do boi, da vaca e da novilha gordos estáveis frente a última sexta-feira (2/7).
Cenário de estabilidade no fechamento desta sexta-feira. Apesar dos preços estáveis, algumas indústrias frigoríficas testaram preços menores, com poucos negócios concretizados.
Pastagens secando.
Pouca oferta.
Queda de braço entre compradores e vendedores.
Com escalas mais confortáveis nesse começo de semana, o volume de negócios hoje foi menor em São Paulo, e os preços no mercado do boi gordo seguiram estáveis em relação à última sexta-feira.
O volume de negócios foi menor nessa sexta-feira (11/06) em São Paulo, e os preços no mercado do boi gordo estão estáveis na comparação feita dia a dia.
A oferta de animais mais erados está curta em relação aos mais jovens.
Poucos negócios concretizados.
Na praça paulista as indústrias frigoríficas abriram as compras ofertando mais pela arroba nesta manhã. A necessidade de repor os estoques, associada ao ritmo mais lento das negociações nos dois últim
E os impactos no mercado do boi.
A oferta restrita de animais para reposição, de maneira geral, tem dado sustentação aos preços no estado.
Pastos secando.
De maneira geral, a oferta limitada para todas as categorias de reposição tem sustentado os preços no estado.
Destaque para o bezerro macho de desmama (6@) anelorado, com alta de 0,7% frente à semana anterior.
Essa sinalização poder reforçar a confiança do principal importador do Brasil, a China, que também é o principal importador de lá.
O mercado está firme no estado, sustentado pela oferta limitada para as categorias de reposição e demanda firme.
Apesar da demanda mais comedida nos últimos dias, a oferta restrita de animais para reposição em praticamente todas as regiões monitorada limitou as quedas nas cotações.
As quedas foram puxadas pelos machos, recuo de 1,5%, considerando a média de todas as categorias e estados pesquisados. Já para as fêmeas, a desvalorização foi de 1,1%.
Melhora sutil no poder de compra do recriador/invernista.
Sem grandes negócios e com a manutenção das escalas de abate, que atendem cerca de 8 a 9 dias, os preços no mercado do boi gordo estão estáveis no comparativo diário.
Com a entrada do período da seca e consequente retração na capacidade de suporte das pastagens, a oferta de animais tende a aumentar e, com isso, manter as cotações da reposição com pressão de baixa.
Alta de 0,6% no balanço semanal.
O culpado da vez é o milho americano, que só nessa semana subiu mais de 10% com as notícias de clima mais frio que o esperado nesse início de plantio da safra americana.
Queda no poder de compra de reposição na comparação anual.
Os pedidos de preços maiores, somados ao feriado da última quarta-feira (21/4), resultaram em um baixo volume de negócios nos últimos dias.
Em São Paulo, não houve grandes negócios nessa véspera de feriado nacional. A melhora sutil nas ofertas de boiadas e escalas relativamente alongadas atendendo cerca de cinco a seis dias, permitiram qu
Em abril/20, com a venda de um boi gordo de 19@ comprava-se 1,76 garrote, atualmente, compra-se 1,46, queda de 17,4%% no poder de compra.
Entre as categorias mais eradas, na comparação semanal, o destaque foi para Rondônia, onde o boi magro e o garrote anelorado tiveram altas de R$450,00 e R$350,00 por cabeça, respectivamente.
Em janeiro/21, com a venda de um boi gordo de 19@ comprava-se 1,68 garrote, atualmente, compra-se 1,87, melhora de 11,5% no poder de compra.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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