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Nos últimos sete dias, a alta foi puxada pelas fêmeas (+2,8%), considerando a média de todas as categorias e estados monitorados, frente à valorização de 2,0% da média das categorias dos machos anelor
O cenário positivo no mercado do boi gordo somado ao quadro de oferta restrita de animais para reposição são os fatores que explicam esse cenário.
Para o bezerro de ano, os estados com maiores valorizações no intervalo foram Paraná e Rondônia, com alta de R$250,00/cabeça.
Queda no poder de compra para todas as categorias na comparação anual.
Novilha valoriza 83,2% em um ano.
Em fevereiro/21, com a venda de um boi gordo de 19@ comprava-se 1,56 garrote, atualmente compra-se 1,50. Recuo de 3,6% no poder de compra.
Destaque para Mato Grosso do Sul e Paraná, onde a categoria valorizou R$400,00/cabeça e R$300,00/cabeça, respectivamente, nos últimos sete dias.
Nas praças paulistas, o mercado abriu com estabilidade nos preços, em relação à sexta-feira (5/03).
Em São Paulo, a cotação do boi gordo que atende ao mercado interno e externo ficou estável na comparação feita dia a dia.
Em março/20, com a venda de um boi gordo de 19@ compravam-se 2,55 bezerros de desmama, atualmente compram-se 2,36. Queda de 7,1% no poder de compra.
Destaque para São Paulo, onde a demanda aquecida, associada à oferta restrita resultou na alta de R$300,00/cabeça para a bezerra desmamada, nos últimos sete dias.
Em fevereiro/20, com a venda de um boi gordo de 19@ comprava-se 1,83 garrote, atualmente compra-se 1,61. Declínio de 11,9% no poder de compra.
A maior demanda por categorias mais jovens, somada ao cenário de oferta restrita em praticamente todos os estados monitorados, são fatores que dão sustentação às cotações.
No fechamento desta quarta-feira (24/2), nas praças paulistas o cenário foi de estabilidade na comparação feita dia a dia.
Contudo, os preços para a mesma referência estão 72,5% maiores quando comparados com os do mesmo período de 2020.
Em janeiro/21, com a venda de um boi gordo de 19@ comprava-se 1,32 boi magro, atualmente compra-se 1,37.
As altas foram puxadas pelos machos, considerando a média de todas as categorias, a alta foi de 1,1%, frente a 0,8% da média das categorias das fêmeas aneloradas anelorados.
Fevereiro/20 com a venda de um boi gordo de 19@ compravam-se 2,32 bezerros desmama, atualmente compra-se 1,91.
A oferta restrita de animais para reposição, associada à demanda aquecida, com o cenário positivo no mercado do boi gordo, são fatores que explicam o cenário de alta.
Em dezembro/20 com a venda de um boi gordo de 19@ comprava-se 1,35 boi magro, atualmente compra-se 1,30.
Alta de 6,0% no acumulado de janeiro.
Em dezembro de 2020, com a venda de um boi gordo de 19@ comprava-se 1,38 boi magro, atualmente compra-se 1,45.
Destaque para Mato Grosso do Sul e Paraná, onde boi magro (12@) valorizou R$250,00/cabeça e R$200,00/cabeça, respectivamente, nos últimos sete dias.
Maior demanda por animais mais erados, para giro rápido.
Cotações na reposição acompanham o mercado do boi gordo.
Com a oferta enxuta na maioria das praças pecuárias e as escalas de abate não evoluindo, os compradores estiveram ativos nesta segunda-feira.
Em janeiro de 2020 com a venda de um boi gordo de 19@ comprava-se 1,94 bezerro desmama, atualmente compram-se 2,16.
Considerando a média de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados e estados pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações tiveram alta de 1,0%.
O ano que passou foi marcado pela tendência de 2019: retenção de matrizes para a produção de bezerros.
Os compradores ativos no mercado do boi gordo literalmente arregaçaram as mangas em busca de oferta de bovinos por causa da ausência dos vendedores no mercado e das escalas encurtando.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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