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Com os abates em equilíbrio com a oferta, e escalas, em média, para 8 dias, a cotação não mudou.
Pela terceira semana consecutiva, o preço do sebo bovino caiu no Brasil Central.
Na granja e no acatado, preços médios de janeiro/24 ficaram menores na comparação mensal.
Bom volume de sebo ofertado no mercado e o preço do óleo de soja em queda pressionam as cotações.
Desequilíbrio entre oferta e demanda faz cotação do suíno cair na granja e no atacado.
Houve recuo nas cotações de todos os machos destinados à reposição na praça paulista.
Com negócios travados no mercado atacadista de carne com osso, houve queda nos preços em São Paulo.
Apesar da alta, as cotações estão mais baixas do que há um ano.
Redução no poder de compra da população pressiona os preços.
Para 2025, o mercado de reposição, deve apresentar preços mais elevados.
Com recorde de abate – e de produção de carne bovina – a demanda foi destaque em 2024.
O preço do couro de primeira linha caiu, enquanto o do couro comum subiu em 2024.
A diminuição da oferta combinada com o aumento da demanda impulsionou os preços no segundo semestre.
Pela terceira semana seguida, preços do suíno nas granjas e no atacado apresentaram altas
Firmeza nas cotações do mercado do boi gordo não refletiram na reposição
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