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A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
Altas são sustentadas por exportações aquecidas, melhora do consumo interno e oferta ajustada, mesmo com frigoríficos atuando com maior cautela.
A oferta de couro e sebo bovino está menor, e a demanda no mercado interno e externo está aquecida, com isso foram registradas altas nos preços na semana.
Ao longo da semana, o mercado foi marcado por estabilidade no preço do frango vivo e alta no frango resfriado, refletindo oferta confortável nas granjas e aumento pontual da demanda no consumo.
Especialistas apontam impactos globais no agro, força da carne bovina brasileira e reforçam o ciclo pecuário como base das decisões.
Com a proximidade da virada de mês, a maior procura para reposição de estoques no atacado sustentou os preços.
A oferta de sebo bovino está menor. Apesar disso, os preços seguiram ficaram estáveis na semana. Atenção ao sebo, cuja perspectiva é de redução de demanda para abril.
Oferta restrita sustenta alta recente da arroba, enquanto risco geopolítico e tarifa chinesa seguem no radar do setor.
Depois da alta no início de março, os preços do suíno entraram em estabilidade, com consumo mais lento na segunda quinzena, enquanto as exportações dão sustentação ao mercado.
Com vendas mais lentas e ruídos no cenário externo, o atacado reage pontualmente, enquanto as granjas mantêm estabilidade.
Redução na oferta de sebo bovino, combinada à demanda fraca do setor de biodiesel manteve os preços estáveis. Para o couro, apesar da menor oferta, as cotações estão sem mudanças.
Oferta enxuta, resistência dos vendedores e suporte das exportações elevaram em R$3,00/@ as cotações do boi gordo e do “boi China” em São Paulo.
2025 já entrou para a história, e 2026 segue no mesmo ritmo.
A escalada do conflito no Irã elevou o preço da ureia, enquanto na China avança uma política protecionista — situação que acende um sinal amarelo para os produtores brasileiros.
Sebo tem menor oferta, mas a demanda interna está lenta. Para o couro, as exportações estão aquecidas, com aumento no volume e no faturamento.
A alta em Chicago e a valorização do dólar frente ao real sustentaram as cotações da soja, mas as incertezas em relação às exportações para a China e o aumento do custo do frete estão travando o mercado.
A demanda lenta do biodiesel mesmo, com a retomada das exportações, mantém o mercado de sebo com preços equilibrados. Para o couro, exportações mais fracas e oferta ainda confortável mantêm o mercado travado, com preços estáveis.
Conflito no Oriente Médio reduz ritmo das compras de frigoríficos, eleva custos logísticos e cria incerteza para exportações brasileiras de carne bovina.
Menor abate reduz a disponibilidade de sebo e couro, mas a demanda enfraquecida para o biodiesel e o recuo nas exportações mantêm as cotações estáveis, com tendência de alta.
Março inicia com mercado firme, diante de um cenário de vendas de carne acima do esperado e exportações aquecidas.
A retomada das exportações de sebo bovino, após meses em baixa, aliada à demanda por biodiesel, sustenta os preços. Já para o couro, a oferta permanece ampla, mesmo com a redução nos abates, mantendo as cotações estáveis.
Consumo interno aquecido, exportações firmes e retenção de fêmeas sustentam preços da arroba, enquanto China e câmbio seguem no radar do pecuarista.
Demanda lenta no mercado interno direcionou o preço do sebo. Para o couro, apesar da estimativa de oferta menor, a demanda lenta imperou. Caminhos opostos marcaram a exportação.
Departamento eleva exportações de milho dos EUA e corta estoques globais, enquanto reforça a produção de soja recorde no Brasil e perspectiva de oferta global confortável, mantendo um viés de pouca su
Preço do sebo pressionado e do couro estável para semana.
O que torna a China a maior importadora de carne bovina do Brasil.
O mercado do boi gordo começou fevereiro em alta. A arroba foi negociada a R$330,00 para o boi comum e a R$335,00 para o boi-China. Até 6 de fevereiro, as cotações chegaram a R$ 332,00 e R$ 340,00, respectivamente.
A cotação subiu sustentada por uma ponta compradora ainda ativa, escalas mais apertadas, oferta de bovinos restrita, bom desempenho das exportações e expectativas de melhora no consumo de carne no mercado doméstico nos próximos dias.
Entrevista com o advogado, Roberto Perosa
Canal do Boi
Margem do confinamento é favorável para o mercado do boi gordo
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