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Com o mercado ofertado e escalas confortáveis, em média, de 10 dias úteis, os preços seguiram pressionados, com queda de R$3,00/@ para o boi gordo comum e de R$2,00/@ para as demais categorias.
A boa oferta de boiadas e o escoamento de carne bovina mais lento, têm permitido que as indústrias frigoríficas trabalhem com escalas de abate confortáveis, em média, de sete dias.
Não houve alteração das ofertas de compra na comparação feita dia a dia. A oferta de bovinos melhorou e atende à necessidade dos compradores, com escalas de abate atendendo, em média, oito dias.
Em SP, as escalas de abate atendem, em média, oito dias.
O mercado está com ofertas razoáveis, sendo maior a oferta de fêmeas. O escoamento da carne, porém, não está com bom desempenho. A escala de abate atende, em média, sete dias úteis. A cotação caiu para todas as categorias.
A semana começou com poucos negócios e com grande parte dos frigoríficos fora das compras. As ofertas estão escassas e as escalas curtas, em média, entre quatro e seis dias.
Após quatro dias de estabilidade nas praças paulistas, o mercado abriu a quarta-feira oferecendo mais pela arroba do boi gordo, impulsionada pela pouca oferta e escalas curtas, que estão, em média, para cinco dias. Dessa maneira, a cotação da vaca gorda subiu R$5,00/@, enquanto a das demais categorias subiu R$2,00/@.
Em 2024 o cenário foi mais positivo que 2023. Para 2025, o cenário é mais desafiador, mas ainda assim, devemos ter um ano bom.
O ápice de preços para a reposição deve ser para 2026, visto que o ciclo é, em média, 2 anos de alta e 4 anos de queda. O boi gordo deve acompanhar.
A semana começou com os frigoríficos fora das compras e sem alteração nos preços na comparação diária. O quadro é de ofertas normais e com escalas, em média, para sete dias.
Em São Paulo, nos últimos sete dias, as cotações dos machos registraram alta, em média, de 1,5%.
Apesar de alguns frigoríficos ainda estarem fora das compras, o mercado abriu o dia registrando alta para todas as categorias. As escalas de abate estão, em média, para quatro a seis dias.
As praças paulistas iniciaram o dia com um ajuste positivo de R$5,00/@ do boi gordo e do "boi China". A oferta contida tem dificultado o alongamento das escalas de abate, que permanecem, em média, de cinco dias.
As praças paulistas iniciaram o dia com um ajuste positivo de R$5,00/@ do boi gordo e do "boi China". A oferta contida tem dificultado o alongamento das escalas de abate, que permaneceram, em média, de cinco dias.
O mercado abriu esta quarta-feira (2/10) oferecendo R$2,00 a mais pela arroba de todas as categorias. A oferta segue pequena e as escalas estão, em média, entre quatro e sete dias.
O mercado abriu esta quarta-feira (2/10) oferecendo R$2,00 a mais pela arroba de todas as categorias. A oferta seguiu pequena e com escalas, em média, entre quatro e sete dias.
O mercado do boi gordo finaliza a semana com preços estáveis para todas as categorias de bovinos para abate. As escalas estão programadas para, em média, sete dias, o que garante uma boa margem de con
O mercado do boi gordo finalizou a semana com preços estáveis para todas as categorias de bovinos para abate. As escalas estão programadas para, em média, sete dias, o que garante uma boa margem de co
A cotação da arroba subiu de maneira generalizada nas praças pecuárias paulistas. As ofertas estão restritas e as escalas encurtando. Atendem, em média, sete dias. O cenário, no entanto, é distinto pa
Com a oferta de boiadas reduzidas, as escalas ficaram menores, em média, para sete dias. Cenário semelhante de escala aconteceu em fevereiro.
A cotação da arroba do boi gordo, em média, subiu em todos os estados monitorados pela Scot Consultoria. O que motivou a alta, mesmo com boa oferta de bovinos ainda chegando ao mercado e quais as expe
O mercado abriu com preços estáveis, porém com pressão altista. Com a redução da oferta de boiadas, as escalas de abate encurtaram. Hoje atendem, em média, a sete dias.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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