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Segundo dia do Encontro de Intensificação e Pastagens 2026 mostrou que aumentar produtividade depende de planejamento, manejo, capacidade de colheita e decisões ajustadas à realidade de cada sistema.
Quatro semanas, cinco estados e 32 propriedades: o que a Rota 2 do Confina Brasil revelou sobre os modelos de produção da fronteira pecuária.
Com a expansão do mercado de carbono, as tecnologias têm evoluído para tornar as fixações e as medições dos créditos eficientes.
Da produção nacional às importações.
Uma formulação tecnicamente realizada tem impacto direto no lucro por arroba produzida e pode ser a diferença entre lucro ou prejuízo.
Especialista alerta produtores sobre a importância de participar das audiências públicas da SPU e explica os impactos jurídicos da demarcação de áreas marginais da União em imóveis rurais.
Análise de todas as safras de soja desde 2000 mostra que o fenômeno tende a favorecer o vigor das lavouras no Sul, e aumenta o risco climático em Mato Grosso e Goiás.
Endurecimento das penalidades por maus-tratos e abandono eleva o risco jurídico na pecuária e exige adoção de práticas de bem-estar animal como rotina de agir de acordo com as leis.
A elevação dos critérios de bem-estar no transporte animal tende a ampliar fiscalização, custos operacionais e responsabilidades legais no setor pecuário.
O passivo ambiental, em relação ao carbono tem potencial para alcançar as metas de redução de emissão no país.
Levantamento de dados mostra que as doenças respiratórias são o principal desafio dos confinamentos, e aponta outros fatores.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Em 2025, as propriedades mapeadas pelo Confina Brasil apresentaram crescimento médio de 18,4% no volume de gado confinado, superando em 6,5 p.p. a estimativa nacional da Scot Consultoria, de 11,9%.
Alta na oferta de couro e sebo bovino, demandas distintas entre os mercados.
Apesar da maior atratividade em relação ao óleo de soja e da demanda interna aquecida, os preços do sebo recuaram. Para o mercado de couro bovino, a estabilidade persiste.
Sebo bovino registra preços estáveis e queda nas exportações. O couro também se mantém estável, porém apresenta um cenário de maior volume exportado e menor faturamento.
Sebo bovino com preços firmes e tendência de alta. Já o couro está estável, mas pressionado pela oferta elevada e demanda fraca.
Preços em alta para o sebo bovino, sustentados pela demanda aquecida para o biodiesel e pelas exportações. Couro estável e com preços baixos, devido a maior oferta e à fraca demanda.
Importação e uso de herbicidas prontos para uso crescem em 2025, mesmo em ano de custos elevados no campo.
Menor produção para o segundo semestre, e estabilidade dos preços do sebo bovino, sustentados pela demanda firme do mercado interno e exportações.
A estabilidade de preços do sebo bovino no curto prazo é sustentada pela oferta contida, pelo aumento nas exportações e pela maior demanda do mercado interno.
Estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por oferta contida, com queda na produção de sebo e uma demanda aquecida no mercado interno.
A estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por queda na produção de sebo e oferta contida de couro.
Em julho, as exportações aquecidas e a alta demanda para o biodiesel sustentaram os preços do sebo. O preço do couro, segue pressionado pelo excesso de oferta e demanda fraca.
Exportações aquecidas em julho e a alta demanda no mercado interno sustentam os preços do sebo. O preço do couro, impulsionado pela boa oferta e menor faturamento das exportações, por outro lado, está sob pressão de queda.
O biodiesel e as exportações sustentam os preços do sebo, enquanto o couro sofre pressão baixista por oferta elevada e arroba fraca.
O sucesso da adubação depende de um bom manejo prévio da pastagem e do pastoreio, assegurando o aproveitamento dos nutrientes e o retorno econômico.
O confinamento é definido como uma prática intensiva de engorda e manejo de bovinos que utiliza um espaço delimitado para otimizar a alimentação e o controle dos animais, visando maximizar o ganho de peso em um curto período e elevar a eficiência produtiva. Essa ferramenta pode ser utilizada de forma exclusiva ou estratégica, a depender dos objetivos do produtor.
A produção de bovinos em sistemas de confinamento tem crescido no Brasil.
Os métodos de manejo e controle vão desde o legislativo, o qual está fora do alcance do pecuarista, até os métodos que podem e são adotados em nível de fazenda.
Entrevista com o médico veterinário, Ubirajara Bilego
AgroMais
Cotações e tendências para o mercado do boi gordo
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