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Apesar da quantidade de acontecimentos nestas últimas semanas, os mercados estão em ritmo lento quanto ao volume de negócios.
Preços altos e poucos negócios efetivados.
Na praça paulista o mercado está firme, com oferta restrita e menor necessidade de compra de gado por parte dos frigoríficos.
O cenário de forma geral é de mercado pressionado, e o consumo de carne relativamente menor tem sido o principal vetor de queda dos preços.
No mercado internacional a PSA deve continuar se espalhando por ainda não possuir nenhum tipo de vacina que possa atenuar o mercado. Com isso, as vendas brasileiras podem continuar em bom ritmo.
Para 2020, as exportações devem seguir colaborando para o escoamento da produção e continuar dando suporte às cotações.
Com pecuaristas ainda ausentes devido aos feriados de final de ano e pouco volumes de negócios, a expectativa é de que o mercado do boi gordo apresente uma retomada mais firme de preços na próxima sem
A conjuntura em 2019 foi favorável para a avicultura de corte. Os custos de produção menores, a melhora nas vendas no mercado doméstico e o bom ritmo das exportações colaboraram para o cenário.
Bombardeio no Iraque, preço do petróleo em alta, mercado do boi gordo com poucos negócios marca a primeira semana de janeiro de 2020.
É impossível definir de antemão qual será o novo patamar de preços vigente em 2020, porém é seguro afirmar que ele será significativamente acima dos que tivemos no início de 2019.
Para 2020, a oferta de animais para reposição deve continuar restrita e ditando o ritmo, com o ponto positivo de um cenário de compradores com maior poder de compra.
Com o final do ano, muitos pecuaristas já encerraram as contas de 2019 e aguardam o início do ano para retomar as compras.
Após um 2018 de muitos desafios, o mercado de suínos teve um cenário mais positivo em 2019. Tanto a demanda interna, que a passos lentos mostrou uma recuperação, como a externa colaboraram para o cená
Em dezembro o preço do suíno na granja teve valorização de 12,0% frente ao mês anterior.
Mercado sem movimentação na semana de festas de fim de ano.
No mercado do boi gordo, a recomposição dos estoques do varejo deve aumentar o ímpeto de compra dos frigoríficos e trazer fôlego para as cotações da arroba nos primeiros dias do ano.
Produtores em busca de apresentar ao público e principalmente ao seu consumidor, que suas fazendas são sustentáveis em seus pilares ambientais e socioeconômicos, fazendas estas que já atingem altos ní
Pausa para o fim do ano
Com as escalas relativamente alongadas e a ausência dos pecuaristas nos balcões de negócios, o cenário é de calmaria em São Paulo.
A boa demanda doméstica, por conta das festas de fim de ano, mantém os preços em alta. As exportações também seguem colaborando para o cenário positivo do mercado
A última semana do ano foi marcada por pouco movimento no mercado do boi gordo.
Nas granjas paulistas, a ave terminada segue cotada, em média, em R$3,20 por quilo. No atacado, a carne de frango está sendo negociada, em média, em R$5,15 por quilo.
Em São Paulo, as indústrias estão com as escalas prontas para atender os abates de final de ano, por outro lado, boa parte dos pecuaristas estão fora dos negócios.
Além do mercado externo forte, o mercado interno pode deixar de engatinhar e andar com as próprias pernas.
Os frigoríficos começam a reduzir o ritmo nessa reta de final do ano e a ausência dos pecuaristas nos balcões de negócios deixa o mercado do boi gordo mais calmo.
A pressão de baixa observada no mercado do boi gordo tem afastado os compradores no mercado de reposição e vem abrindo espaço para um maior volume de tentativas de compras abaixo das referências.
Os varejistas recompondo seus estoques, aguardando as “vendas de última hora”, junto a exportação, que segue em bom ritmo, colaboram para o cenário de valorização nos últimos sete dias.
No último mês, a melhor relação de troca ficou para o bezerro de ano anelorado (7,5@). Com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,99 bezerro de ano, e, atualmente, compra-se 2,14.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Pedro Arthur de Albuquerque Nunes
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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