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A mudança na participação dos diferentes níveis de processamento do couro explica a diferença entre o recorde de volume embarcado e o menor faturamento.
No mercado de sebo, há pressão de baixas nas cotações, sustentada pela maior oferta e pela demanda enfraquecida. Para o couro, o mercado está travado, mesmo com a exportação em bom ritmo.
O embarque é o maior volume da série histórica considerando os primeiros quinquemestres, mas o faturamento caiu.
O desempenho recorde nos embarques não se reflete em maior faturamento. A resposta está naquilo que o Brasil deixou de vender.
Sebo tem menor oferta, mas a demanda interna está lenta. Para o couro, as exportações estão aquecidas, com aumento no volume e no faturamento.
A China, a Itália e o Vietnã foram os principais destinos do couro brasileiro.
A queda do faturamento com a exportação, apesar do maior volume de vendas é explicada pela menor participação do couro com maior valor agregado.
O aumento da quantidade exportada não impediu a queda no faturamento, que esteve pressionado pelo excesso de oferta, cenário pode mudar em 2026 com a expectativa de redução do abate.
No terceiro trimestre, foram curtidas 10,2 milhões de unidades, um crescimento de 19,8% frente ao mesmo trimestre de 2024.
Alta na oferta de couro e sebo bovino, demandas distintas entre os mercados.
Do boi tudo se aproveita
Oferta e demanda baixas e queda nas exportações ditaram o mercado de couro brasileiro no primeiro semestre de 2020.
Couro: <i>mix</i> do produto exportado não mudou
Crescem as exportações de couro
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
Notícias Agrícolas
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