1725 resultado(s) encontrado(s)!
O mercado abriu a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Após o ajuste de preços de ontem, o mercado abriu estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. As escalas atendem, em média, a dez dias. A oferta de boiadas atende à demanda.
O mercado estava estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. O escoamento para o mercado interno e externo estava firme.
O mercado abriu a quarta-feira com alta de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou na comparação dia a dia.
O mercado encerrou a semana com alta de R$2,00/@ na cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações não mudaram na comparação dia a dia.
O setor avícola registra queda nos preços na granja pela terceira semana consecutiva, com ofertas suficientes para atender à demanda. No atacado, os valores mantêm estabilidade, porém a competitividade do frango diminui frente a outras proteínas. As exportações seguem em retração na comparação com 2022.
Na comparação semanal, o preço do sebo bovino caiu 1,7% no Brasil Central e 2,4% no Rio Grande do Sul.
As exportações de carnes do Brasil tiveram comportamentos distintos da balança comercial na parcial divulgada nesta segunda-feira, 17, pela Secretaria do Comércio Exterior. Na comparação anual, apenas a carne bovina teve aumento no desempenho de sua exportação em relação ao ano anterior.
As cotações não mudaram na comparação feita dia a dia. As escalas atenderam, em média, a oito dias, suficientes para suprir a demanda sem gerar excedentes. Houve oferta de boiadas, porém as compras estavam morosas.
O preço do leite pago ao produtor segue em queda, reflexo do aumento da oferta acima da demanda. Segundo Juliana Pila, analista da Scot Consultoria, no pagamento de setembro, referente ao leite entregue em agosto, a desvalorização da média Brasil foi de 2,0% na comparação mensal.
Ao longo da quarta semana de outubro, o mercado do boi gordo manteve-se firme, sustentado por uma oferta ajustada e por um escoamento de carne que, embora tenha perdido fôlego em relação à primeira quinzena, foi considerado bom para o período e, em comparação com o desempenho de setembro, mostrou melhora significativa.
Em São Paulo, na comparação mensal, a relação de troca está 1,8% menos vantajosa, permitindo a compra de 4,6 sacas de milho com uma arroba de boi gordo.
A cotação do boi gordo esteve estável na comparação diária. A oferta foi boa, com boiadas provenientes principalmente dos confinamentos, o que permitiu escalas de abate confortáveis, em média de nove dias. Esse equilíbrio entre oferta e procura justificou a estabilidade dos preços. Com relação ao escoamento da carne, o desempenho melhorou.
Até o momento, 3,3 arrobas de boi gordo são necessárias para comprar uma tonelada do insumo, queda de 6,0% em comparação ao mês anterior.
A cotação não mudou na comparação diária. A boa oferta de boiadas permitiu que as escalas de abate ocorressem de forma tranquila.
A cotação do boi gordo não mudou na comparação feita dia a dia. A oferta de boiadas esteve contida e as escalas de abates começaram a encurtar, o que justificou essa estabilidade. As escalas de abate atenderam, em média, a oito dias.
A cotação permaneceu estável para todas as categorias na comparação diária. A oferta de bovinos para abate foi boa; com isso, os compradores ainda operaram com escalas de abate confortáveis, e parte deles ficou fora das compras.
Em São Paulo, na comparação mês a mês, a relação de troca está 0,3% mais vantajosa, permitindo a compra de 4,7 sacas de milho com uma arroba de boi gordo.
Carnes bovina, de frango e suína iniciam setembro com alta no volume embarcado na comparação com igual período do ano passado.
Com o mercado do coproduto lateralizado e os preços da arroba do boi gordo firmes, o poder de compra do pecuarista em Mato Grosso e em Goiás melhorou na comparação mensal.
No pagamento de agosto, referente ao leite entregue em julho, o recuo foi de 0,9% ou R$0,02/litro na comparação mensal. Considerando a média nacional ponderada nos dezoito estados pesquisados pela Scot Consultoria, o litro de leite ficou cotado em R$2,434.
Em São Paulo, na comparação mês a mês, a relação de troca está 1,3% vantajosa, permitindo a compra de 4,7 sacas de milho com uma arroba de boi gordo.
Até o momento, 3,6 arrobas de boi gordo são necessárias para adquirir uma tonelada do insumo, queda de 6,9% em comparação ao mês anterior
Considerando a média nacional ponderada nos dezoito estados pesquisados pela Scot Consultoria, o litro de leite ficou cotado em R$2,457, queda de 0,3% na comparação mensal.
A quantidade de sacas compradas com uma arroba de boi gordo, em agosto, foi a segunda maior dos últimos treze meses.
Após uma semana movimentada, com altas consecutivas nas cotações - reflexo da oferta reduzida e do bom escoamento da carne –, essa semana iniciou com poucos negócios e com preços estáveis na comparação dia a dia.
Na comparação anual, a compra do insumo segue oportuna.
A oferta de boiadas havia diminuído, e a ponta vendedora se mostrava mais retraída. Ainda assim, as escalas de abate seguiam confortáveis e, apesar da redução na oferta, não havia escassez - o que manteve o mercado equilibrado na comparação diária.
Em São Paulo, na comparação mês a mês, a relação de troca está 4,6% mais vantajosa, permitindo a compra de 4,7 sacas de milho com uma arroba de boi gordo.
Em São Paulo, o poder de compra do pecuarista melhorou 21,6% na comparação anual. Já em Mato Grosso, o incremento foi de 34,5%. Em ambos os estados, é o nível de compra por arroba vendida desde julho de 2022.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
Receba nossos relatórios diários e gratuitos