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A menor disponibilidade de bovinos terminados sustentou a cotação do boi gordo e da vaca.
Oferta confortável de bovinos e menor demanda de compra dos frigoríficos pressionaram as cotações em São Paulo, com recuo de R$3,00/@ para o boi gordo e o “boi China” e de R$2,00/@ para as fêmeas.
Na região mineira, houve queda na cotação de todas as categorias, registrando o maior recuo na arroba do boi gordo em comparação às demais praças no período.
Mesmo com tentativas de compra a preços menores após o feriado de Tiradentes, a oferta restrita no mercado spot sustentou a cotação da arroba do boi gordo.
A cotação não mudou em nenhuma categoria na comparação com o dia 20 de abril. Parte dos frigoríficos sinaliza aumento pontual da oferta e já consegue alongar as escalas em razão do menor número de dias de abate na semana, por causa do feriado de Tiradentes.
Escalas curtas e expectativa de melhora no consumo sustentaram o mercado, com negócios pontuais acima da referência.
Início de abril com boas movimentações para o mercado do boi gordo. Exportação e mercado interno estão atuando de forma positiva.
A oferta enxuta sustentou os preços do boi gordo, enquanto frigoríficos pagaram acima da referência em casos pontuais e o escoamento da carne bovina no mercado interno seguiu lento.
Com escalas mais folgadas, frigoríficos pressionaram preços e o diferencial entre boi gordo e vaca entrou em ajuste.
Com as escalas de abate mais confortáveis, os compradores estão pressionando. Ainda assim, os vendedores estão firmes, o que sustentou as cotações do boi gordo e da novilha na comparação feita dia a dia, lembrando que as cotações dessas categorias caíram na segunda-feira.
A cotação do boi gordo voltou a apresentar valorização em fevereiro, após o movimento de queda observado em janeiro.
A cotação do boi gordo, do “boi China”, da vaca e da novilha subiu R$3,00/@. A oferta de boiadas está curta, e a margem de negociação abaixo do preço de referência está estreita.
A cotação do boi gordo, do “boi China”, da vaca e da novilha subiu R$3,00/@. A oferta de boiadas esteve curta, e a margem de negociação abaixo do preço de referência esteve estreita.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A alta está fundamentada na queda da oferta de boiadas e na demanda firme por carne bovina no mercado para exportação.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos.
Em 2025, as propriedades mapeadas pelo Confina Brasil apresentaram crescimento médio de 18,4% no volume de gado confinado, superando em 6,5 p.p. a estimativa nacional da Scot Consultoria, de 11,9%.
Apesar de aquém do esperado, as vendas de carne bovina seguem acontecendo.
Com as exigências de mercado e as boas perspectivas para a pecuária em 2026, os boitéis podem ser estratégicos para garantir margem e dar suporte ao pecuarista em mão de obra e infraestrutura.
As escalas de abate dos frigoríficos estarão confortáveis até o final do mês, porém, com ofertas mais ajustadas para período, predominantemente, advindos de confinamentos.
As escalas de abate dos frigoríficos estiveram confortáveis até o final do mês, porém, com ofertas mais ajustadas para o período, predominantemente advindas de confinamentos.
Diferindo da sazonalidade para outubro, os preços dos bovinos se mantiveram sustentados em todas as categorias na região.
Após forte pressão os preços pagos pela arroba do boi gordo em setembro, o mês finalizou com estabilidade. As escalas de abate deixaram de se alongar, com a oferta pouco mais enxuta de bovinos terminados.
As cotações fecham a semana estáveis, sem alterações em relação ao dia anterior. A oferta de bovinos tem sido suficiente para que os frigoríficos componham suas escalas, mas sem excedentes.
As cotações fecharam a semana estáveis, sem alterações em relação ao dia anterior. A oferta de bovinos foi suficiente para que os frigoríficos compusessem suas escalas, mas sem excedentes.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
Boi gordo encerra maio com mercado dando sinais de sustentação
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