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A ponta compradora está com a escala alongada, em média, 13 dias. Com ela menos ativa, ocorreu uma pressão baixista para a categoria dos machos. O boi comum e o "boi China" recuaram R$5,00/@. Para as fêmeas não houve alteração.
Após negócios pontuais em R$340/@ em abril, impulsionada pela demanda internacional e pelo "tarifaço" de Trump, o cenário mudou nas últimas semanas: a queda do dólar e preços para a carne bovina exportada menos firmes, o mercado encerra abril sob pressão e deverá começar maio desta forma, com a arroba apregoada, no início de mês, em R$325 em São Paulo.
A evolução do peso das carcaças bovinas no Brasil, impulsionada por técnicas de manejo e as dinâmicas do ciclo pecuário.
O preço de todas as categorias de bovinos não mudou. O mercado esteve quieto, com pouquíssimos negócios concretos. Alguns compradores permaneceram fora de compras.
Com o escoamento lento de carne e as escalas de abate já completas para a próxima semana, o dia abriu com algumas indústrias fora das compras, mantendo a cotação estável para todas as categorias.
Com o escoamento lento de carne e as escalas já completas para a próxima semana, o dia começou com algumas indústrias fora das compras, o que manteve a cotação estável para todas as categorias.
Com o desempenho da venda de carnes aquém do esperado durante o feriado e aumento na oferta de bovinos, os compradores ficaram menos dispostos a pagar mais pela arroba. Além disso, alguns se retraíram do mercado e aguardam novas movimentações.
Marcos Jank analisa as oportunidades e riscos do Brasil no cenário global do agronegócio, destacando o protagonismo da pecuária, os desafios do Mercosul e a dependência da China.
A piora no escoamento de carne bovina e o comportamento mais cauteloso dos compradores, resultou em recuo nos preços de todas as categorias nas praças paulistas. Com isso, a cotação do boi gordo, do "boi China", da vaca e a da novilha caiu R$2,00/@.
A piora no escoamento de carne bovina e o comportamento mais cauteloso por parte dos compradores resultou em um recuo nos preços dos bovinos em todas as categorias nas praças paulistas. Com isso, a cotação do boi gordo, "boi China", vaca e novilha caiu R$2,00/@.
Após o feriado de Páscoa e Tiradentes, tanto compradores, quanto vendedores estão "em cima do muro". O mercado abriu estável nas praças paulistas.
A proximidade dos feriados e o fim do período da Quaresma podem ter contribuído para a retomada das vendas, ajudando a sustentar os preços.
No primeiro dia útil após o feriado de Páscoa e Tiradentes, tanto compradores, quanto vendedores estiveram “em cima do muro”. O mercado permaneceu estável em todas as categorias.
Mesmo com os preços da reposição subindo, a relação de troca vantajosa pode tornar este um bom momento para a renovação do rebanho.
Melhora no escoamento de carne bovina e uma maior procura por bovinos machos têm impulsionado os preços do boi gordo e do "boi China" nas praças paulistas. Com isso, a cotação do boi gordo e "boi China" subiu R$3,00/@. Para a vaca e para a novilha, a cotação não mudou.
A melhora no escoamento de carne bovina e uma maior procura por bovinos machos impulsionaram os preços do boi gordo e do "boi China" nas praças paulistas. Com isso, a cotação do boi gordo e "boi China" subiu R$3,00/@. Para a vaca e para a novilha, a cotação não mudou.
O confinamento é definido como uma prática intensiva de engorda e manejo de bovinos que utiliza um espaço delimitado para otimizar a alimentação e o controle dos animais, visando maximizar o ganho de peso em um curto período e elevar a eficiência produtiva. Essa ferramenta pode ser utilizada de forma exclusiva ou estratégica, a depender dos objetivos do produtor.
A China compra 50% do volume de carne bovina exportada. Sebo bovino reflete dependência similar.
O mercado do boi gordo segue firme na primeira quinzena de abril, com menor oferta de animais, exportações em alta e consumo interno impulsionado pelo recebimento dos salários e pelo fim da quaresma. As escalas de abate estão mais curtas e os preços na praça paulista variam de R$325 a R$330 por arroba.
Com ofertas mais restritas, o mercado teve alta de R$2,00/@ para a cotação do boi gordo e para o “boi China”. O preço da novilha seguiu a mesma tendência e registrou um aumento de R$2,00/@. Para a vaca, a cotação não mudou.
Mercado estável para todas as categorias de bovinos. Tanto compradores, quanto vendedores sabem que o mercado é morno ao longo da Semana Santa.
Mercado estável para todas as categorias de bovinos. Tanto compradores, quanto vendedores esperam a evolução dos fatos ao longo da semana Santa.
O terceiro dia de palestras reforça a importância da profissionalização na pecuária. Evento segue nesta sexta com dia de campo no Confinamento Monte Alegre, em Barretos (SP).
Poucos negócios foram realizados na segunda-feira. Os compradores aguardaram o resultado das vendas do fim de semana, alguns seguem fora do mercado. Nesse sentido, as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias.
Analistas da Scot Consultoria destacam que, embora as cotações estejam em elevação, o alto volume de fêmeas nos abates indica que o ciclo pecuário ainda não entrou em nova fase.
A redução da oferta nas praças paulistas refletiu em dificuldade para completar a escala. Com isso, o preço do "boi China" e o da novilha subiu R$2,00/@. Para as demais categorias, a cotação não mudou.
A oferta de machos está contida, enquanto o volume de fêmeas supera o de bois, o que contribui para sustentar os preços na categoria. Desta forma, a cotação do boi gordo e do "boi China" subiu R$1,00/@, a da vaca e a da novilha se manteve estável.
Com o repasse da arroba do boi gordo, os preços da carne registraram ajustes positivos e tendem a seguir em alta com o fim da Quaresma se aproximando.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
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