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Após uma semana de preços reagindo e com escalas de abate preenchidas, o mercado abriu estável. No entanto, a oferta de bovinos está em declínio, o que deverá influenciar positivamente as cotações fut
Início do mês renova expectativa de melhora no consumo.
Após o aumento da cotação da arroba do boi nos últimos dias, o mercado abriu estável. Com escalas de abate confortáveis, mas diminuindo.
As escalas de abate estão variando entre 9 e 11 dias, contudo, o mercado tem sentido os efeitos da diminuição da oferta de bovinos terminados em pasto.
Mercado em alta para as fêmeas, com um aumento de R$3,00/@ para as vacas e de R$2,00/@ para as novilhas. Em relação ao boi gordo, as cotações permaneceram estáveis.
Mercado em alta para as fêmeas, com um aumento de R$3,00/@ para as vacas e de R$2,00/@ para as novilhas. Em relação ao boi gordo, as cotações estão estáveis.
Com a proximidade do final de mês, a procura por carne bovina diminuiu.
Competitividade da carne suína diminuiu frente às demais proteínas, devido a sua maior valorização ao longo de junho.
O mercado do boi gordo na última sexta-feira, abriu o dia com um aumento de R$2,00/@ para o “boi China”.
Em ambas as praças pecuárias paulista, as ofertas estão equilibradas com a demanda, permitindo escalas, em média, de 11 dias.
A pressão de baixa sobre os preços observadas no início do mês vem aos poucos perdendo força, dando lugar a estabilidade.
Com o avanço da seca e a necessária redução da taxa de lotação das pastagens, a oferta de boiadas aumentou no começo de junho contudo esse descarte forçado aparentemente diminuiu. Dessa forma, o merca
Apesar do elevado volume de oferta e das escalas confortáveis, o mercado está equilibrado e os preços não mudaram. Esse tem sido o quadro nesses últimos sete dias úteis.
Apesar do elevado volume de oferta e das escalas confortáveis, o mercado permaneceu equilibrado e os preços não mudaram. Esse tem sido o quadro nesses últimos sete dias úteis.
O mercado do boi gordo não mudou, com uma oferta robusta atendendo à demanda, as escalas estão confortáveis e cobrem, em média, o restante do mês. Com isso, mantendo a tipicidade de sexta-feira, o mer
"Nosso papel vai muito além de apenas repassar o peso para o cliente; nós o respaldamos dentro da indústria."
O mercado do boi gordo não mudou, com uma oferta robusta atendendo à demanda, as escalas se mantiveram confortáveis e cobrem, em média, o restante do mês. Com isso, mantendo a tipicidade de sexta-feir
A exportação de carne bovina depende de inúmeros fatores, contudo, olhando principalmente para a questão de dólar e a cotação da arroba do boi, o que se espera é mais um desempenho muito bom pela fren
Na semana, queda nos preços em todos os setores da cadeia de carne bovina.
A oferta de bovinos continua acima da demanda.
A oferta de bovinos se manteve acima da demanda.
Com o avanço do período seco os pecuaristas continuam sendo pressionados, devido à perda de capacidade de manter o gado nas pastagens, o que aumenta a oferta de bovinos que chegam à indústria, resulta
No 1º trimestre de 2024, foram abatidas 9,30 milhões de cabeças bovinas, marcando um recorde desde 1997, com aumentos de 24,6% em relação ao ano anterior e 1,6% em comparação ao 4º trimestre de 2023.
Cotação da carne bovina no mercado atacadista não muda.
No primeiro semestre de 2024, o volume de carne bovina exportada atingiu um recorde, enquanto o faturamento alcançou o segundo maior valor da história, ficando atrás apenas do registrado em 2022.
O mercado, em São Paulo, vem se mantendo com volume de ofertas e escalas de abate confortáveis. Desse modo, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia.
Em São Paulo, após a arroba do boi gordo fechar a última semana com queda de 2,3%, o mercado abriu na manhã de segunda-feira com preços estáveis. O volume de compras de boiadas estava baixo. As escala
Em São Paulo, após a arroba do boi gordo fechar a última semana com queda de 2,3%, o mercado abriu nesta manhã com preços estáveis. O volume de compras de boiadas está baixo. As escalas de abate perma
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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