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Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou.
A alta registrada ontem encerrou o maior período de estabilidade dos preços para o boi gordo no ano. Foram 28 dias sem alterações, mais do que o dobro frente aos três maiores últimos períodos de manutenção nos preços no ano, que ocorreram em janeiro, março e junho, com 13 dias cada.
O mercado abre a quarta-feira com alta de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
O mercado abriu a quarta-feira com alta de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou na comparação dia a dia.
O cenário é de firmeza nas cotações, sustentado pela boa demanda por carne bovina no mercado interno e externo.
O primeiro dia útil do mês começou com poucos negócios. Apesar da alta da cotação da novilha na sexta-feira, as demais categorias seguem sem alteração há dias, com o boi gordo e o “boi China” estáveis há 18 dias e a vaca há 12 dias.
O mercado encerra a semana com alta de R$2,00/@ na cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações não mudaram na comparação dia a dia. O cenário de firmeza encontra amparo na boa demanda por carne bovina no mercado interno e no bom desempenho da exportação.
O mercado encerrou a semana com alta de R$2,00/@ na cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações não mudaram na comparação dia a dia.
Negócios seguiram devagar, com baixo volume, suficiente apenas para repor as escalas de abate.
Os preços estão estáveis para todas as categorias. A oferta de boiadas está curta e os negócios estão devagar, com baixo volume, suficiente apenas para repor as escalas de abate, que cobrem em média seis dias.
Os preços permaneceram estáveis em todas as categorias. A oferta de boiadas esteve curta e os negócios seguiram devagar, com baixo volume, suficiente apenas para repor as escalas de abate, que cobriam, em média, seis dias.
Ainda há um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontra-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estão nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
Ainda existia um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontrava-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estavam nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
A semana começou com algumas especulações e poucos negócios realizados.
Após o feriado, o mercado abriu frio. Alguns compradores não estão operando hoje e, os que estão, realizaram poucos negócios.
Apesar das especulações e incertezas momentâneas relacionadas à salvaguarda de importação chinesa, no mercado físico os preços se mantiveram estáveis. Os frigoríficos seguem com as compras, mesmo com a oferta contida.
Apesar das especulações e das incertezas momentâneas relacionadas à salvaguarda de importação chinesa, no mercado físico os preços se mantiveram estáveis.
Apesar da incerteza decorrente do potencial de mudança nas salvaguardas de importação chinesa, o mercado físico manteve-se com preços estáveis. A maioria dos frigoríficos segue mantendo as ordens de compra, dada a oferta ajustada de bovinos.
Segundo Felipe Fabbri, consultor de mercado da Scot Consultoria, o confinamento segue lucrativo em 2025, mesmo com aumento de custos.
A semana termina com estabilidade nas cotações de todas as categorias. Isso porque a maioria das indústrias está fora das compras.
As cotações não mudaram na comparação feita dia a dia. As escalas estão atendendo, em média, a oito dias, suficientes para suprir a demanda sem gerar excedentes. Há oferta de boiadas, porém as compras estão morosas.
As cotações não mudaram na comparação feita dia a dia. As escalas atenderam, em média, a oito dias, suficientes para suprir a demanda sem gerar excedentes. Houve oferta de boiadas, porém as compras estavam morosas.
As escalas de abate dos frigoríficos de pequeno porte estão curtas, e as dos de grande porte, embora tenham conseguido alongá-las nos últimos dias, também estão curtas.
As escalas de abate dos frigoríficos de pequeno porte estavam curtas, e as dos de grande porte, embora tenham conseguido alongá-las nos últimos dias, também estavam curtas. A maioria dos negócios com boi gordo e novilha aconteceu dentro das referências, mas ressalta-se que há negócios acima desses preços. Por outro lado, para a vaca, a maioria dos negócios aconteceu acima da referência, com uma alta de R$4,00/@.
As cotações não mudaram na comparação feita dia a dia. A firmeza dos preços está sustentada por uma oferta contida que, embora atenda à demanda, não gera excedentes.
Normalmente, as segundas-feiras são marcadas por cotações estáveis, com poucos negócios, repetindo a cotação da sexta-feira.
A semana termina com as cotações estáveis em São Paulo.
Após a alta de ontem (5/11), as cotações permaneceram firmes, sem mudanças. A oferta de boiadas está enxuta, com sinais de melhora em relação a semana passada.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
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