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Cadeia produtiva defende a retomada, pelo governo brasileiro, da análise antidumping contra produto oriundo de países do Mercosul.
Em São Paulo, preços seguem firmes para os machos.
Diferindo da sazonalidade para outubro, os preços dos bovinos se mantiveram sustentados em todas as categorias na região.
Sebo bovino registra preços estáveis e queda nas exportações. O couro também se mantém estável, porém apresenta um cenário de maior volume exportado e menor faturamento.
Produção recorde, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, tende a amenizar uma tendência sazonal de alta na cotação nas praças brasileiras.
As regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste registram avanço das chuvas, contrastando com a persistência da estiagem no Nordeste.
Sebo bovino com preços firmes e tendência de alta. Já o couro está estável, mas pressionado pela oferta elevada e demanda fraca.
Para outubro, a expectativa é de intensificação das chuvas nas áreas que já registraram precipitações no fim de setembro, além do avanço para regiões que ainda enfrentam estiagem.
No comparativo anual, entre a média de setembro de 2025 e a de 2024, a arroba do boi gordo acumula alta de 22,5%. Já a do boi magro valorizou 33,8% e a do bezerro de desmama, 33,1%, no mesmo intervalo.
Preços em alta para o sebo bovino, sustentados pela demanda aquecida para o biodiesel e pelas exportações. Couro estável e com preços baixos, devido a maior oferta e à fraca demanda.
Mesmo com safra recorde no Brasil e nos Estados Unidos, grandes produtores mundiais, os estoques finais no globo estão em seus níveis mais baixos dos últimos anos.
Complexo de soja segue como carro-chefe das exportações argentinas, representando mais de 20,0% do total no primeiro semestre de 2025.
As chuvas seguem de forma desigual pelo país, com alívio parcial em algumas regiões e persistência de déficits de umidade do solo em outras.
Crescimento da produção e da exportação, fatores de competitividade e evolução do rendimento industrial da pluma.
As chuvas se espalham pelo país, beneficiando algumas áreas, mas mantendo estiagem em pontos críticos
Chuvas fracas e localizadas ajudam a manter as lavouras e as pastagens em algumas regiões, mas a estiagem ainda limita a umidade do solo em grande parte do país.
Previsão indica chuvas fracas e irregulares na maior parte do país, com destaque para a persistência da seca em áreas do Nordeste e Centro-Oeste; condição que favorece o andamento da colheita, mas limita o desenvolvimento de culturas de inverno e intensifica a perda de vigor das pastagens.
Com tempo seco predominando em grande parte do país, chuvas pontuais favorecem o avanço das colheitas e o desenvolvimento do trigo, enquanto as pastagens seguem com baixa disponibilidade de forragem.
Mesmo com a queda recente nas cotações, o mercado do boi gordo começa a dar sinais de estabilidade. Segundo Pedro Gonçalves, engenheiro-agrônomo e analista da Scot Consultoria, a arroba encontrou um piso em torno de R$298,00 a R$302,00, e a tendência é de recuperação com a redução da oferta de boiadas e exportações aquecidas, que devem bater recorde histórico em julho.
Tarifas agitam o mercado do boi gordo, porém mostram limitações para um mercado que não deve funcionar bem sem o Brasil.
Previsão climática para a última semana de julho indica chuvas irregulares e de baixos volumes na maior parte do país, com exceções pontuais.
O estoque de carne bovina nos EUA segue em queda e, em junho, alcançou o menor patamar de 2025, além do mais baixo para o período do ano desde 2019.
Adilson Aguiar explica como a degradação das pastagens, o manejo do solo e o controle de plantas daninhas podem estar afetando os resultados financeiros da sua propriedade.
O dia começou com grande parte das indústrias frigoríficas ainda fora das compras. Entre as que estiveram ativas na manhã de terça-feira, os negócios ocorreram com preços mais baixos para a arroba do “boi China” e para a da vaca.
O dia começou com grande parte das indústrias frigoríficas ainda fora das compras. Entre as que estiveram ativas nesta manhã, os negócios ocorreram com preços mais baixos para a arroba do “boi China” e para a da vaca.
Em São Paulo, as negociações seguem em ritmo mais lento, diante da cautela dos compradores. Ainda assim, os preços do bezerro de desmama e do boi magro se mantêm firmes e registram altas.
O presente texto tem as principais anotações feitas no Fórum Pré COP, em Campo Grande, no dia 24 de março deste ano, em complemento ao que já tinha sido abordado na coluna anterior.
Nova taxa imposta pelo presidente estadunidense aumenta em 50% a alíquota para produtos brasileiros.
Entrevista com o diretor-fundador da Scot Consultoria e Engenheiro agrônomo, Alcides Torres
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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