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Em São Paulo, nos últimos sete dias úteis, a arroba do boi gordo subiu resultando em um incremento médio de 2,5% por cabeça no mercado de reposição.
Mesmo com a relação de troca desfavorável para o pecuarista, a quantidade de arrobas necessárias para a compra do insumo é a terceira menor registrada em um ano.
A exportação de carne do Brasil aos EUA pode ser o setor mais afetado, no entanto, ainda é necessário entender como as tarifas serão aplicadas.
A oferta cresceu, porém, não o suficiente para segurar os preços das fêmeas. O acréscimo foi de R$2,00/@ para a vaca e de R$5,00/0 para a novilha.
O mercado do boi gordo começou abril com preços em alta, impulsionados pela forte demanda externa e uma oferta mais ajustada. A arroba já atinge R$ 320 em algumas praças, refletindo o bom ritmo das exportações.
Embora o mês tenha começado com alguns frigoríficos fora das compras ainda, a oferta reduzida refletiu em um aumento de R$3,00/@ na cotação da novilha.
Estar atento aos sinais de mudança do ciclo pecuário, como os índices reprodutivos, é importante para decisões estratégicas em longo prazo.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços. A demanda no mercado interno poderá melhorar o escoamento de carne bovina com a virada de mês e o recebimento dos salários na primeira quinzena. A exportação está aquecida, com recorde em abril e não esperamos piora no desempenho em abril. Além disso, o governo brasileiro anunciou em 28 de março a abertura do mercado do Vietnã à carne bovina brasileira - o que deve seguir colaborando com a demanda exportadora para o resto do ano.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços.
A oferta de boiadas diminuiu, na expectativa de preços melhores.
O preço médio da arroba bovina no Brasil é o mais acessível em comparação com os Estados Unidos, Austrália, Uruguai, e Argentina, o que favorece as exportações brasileiras. Em contrapartida, os Estados Unidos apresentam a cotação da arroba mais cara, reflexo do menor rebanho registrado nos últimos anos.
A quantidade de arrobas necessárias para a compra de uma tonelada do insumo é a segunda maior registrada no período de um ano, sendo necessárias 4,1 arrobas de boi gordo para adquirir uma tonelada do insumo – aumento de 5,0% em relação ao mês anterior.
No Brasil, exportações recordes são esperadas, no entanto, o cenário internacional desenha preços não muito atraentes.
O dólar e a menor oferta são os fatores de sustentação dos preços dos fertilizantes no curto prazo.
Na comparação mensal, a relação de troca piorou 0,3% para o pecuarista. Nos últimos 13 meses, porém, essa relação está 6,9% mais favorável.
Até meados de março, 4,1 arrobas de boi gordo são necessárias para adquirir uma tonelada do insumo, aumento de 5,0% em comparação ao mês anterior.
Menor oferta, demanda firme e dúvidas quanto à safra 2024/25 sustentaram o mercado da pluma e, consequentemente, dos coprodutos.
Compradores ofertam mais pela arroba do boi gordo.
Com o aumento de 42,9% em comparação a março de 2024 e de 10,3% em relação ao mês anterior, a quantidade de sacas de milho que pode ser comprada com uma arroba de boi gordo é a menor registrada no período de um ano.
O Workshop Plano Genético organizado pela Alta Brasil, em Uberaba (MG), nesta quarta-feira, 19 de março, levará o engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria para apresentar dados de expectativas sobre o mercado do boi gordo, oferta, demanda e exportação.
Segundo a analista de mercado da Scot Consultoria, Isabela Stevanatto, a relação de troca entre o boi gordo e o milho está desfavorável para o pecuarista.
Desde dezembro de 2024, a quantidade de arrobas necessárias para comprar uma tonelada do insumo vem aumentando. Com a alta de 5,1% no preço do farelo de algodão em fevereiro e a queda na cotação do boi gordo, a relação de troca piorou 6,7% para o pecuarista.
Em uma semana marcada pelo noticiário (suspensão da exportação de carne bovina para a China em três frigoríficos brasileiros, alíquota de importação de carne bovina zerada e novos capítulos da guerra comercial entre Estados Unidos e China) o que esperar para o preço da arroba do boi gordo no curto prazo?
Queda na cotação da vaca gorda no Rio de Janeiro.
A semana, mesmo mais curta, foi marcada por notícias relacionadas ao mercado do boi gordo - suspensão da exportação de carne bovina para a China em três frigoríficos brasileiros, novos capítulos para a guerra comercial entre Estados Unidos e China e, por fim, o governo brasileiro anunciou que zerará a alíquota de importação de uma série de produtos para tentar conter a inflação de alimentos, dentre eles, a carne bovina. Como esses fatores impactarão o preço da arroba do boi gordo no curto prazo?
O momento da quaresma tem uma influência positiva nos abates de bovinos, impulsionados por uma robusta demanda externa.
Desde dezembro de 2024, a quantidade de arrobas necessárias para comprar uma tonelada do insumo vem aumentando. Com a alta de 5,1% no preço do farelo de algodão no em fevereiro e a queda na cotação do boi gordo, a relação de troca piorou 6,7% para o pecuarista.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
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