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O mercado do boi gordo iniciou maio pressionado pela maior oferta de bovinos com o avançar do outono e pela demanda interna mais fraca do que o esperado no Dia das Mães. Das 32 praças acompanhadas pela Scot Consultoria, 27 registraram queda na arroba, incluindo São Paulo, onde os preços giram entre R$313,00 e R$317,00. As escalas das indústrias estão confortáveis (9 a 10 dias), e o consumo interno enfraquecido contribui para a pressão de baixa, que deve continuar ao longo da segunda quinzena do mês.
Amigos, sempre que converso com produtores sou questionado se realmente vale a pena usar os contratos futuros no dia a dia. Pergunta difícil, não?
Apesar das expectativas positivas para o consumo interno no início de maio, impulsionadas pelo feriado do Dia do Trabalho e o Dia das Mães, as vendas de carne bovina decepcionaram. De acordo com a zootecnista Juliana Pila, analista da Scot Consultoria, o menor apetite do consumidor, diante do cenário econômico e da perda de competitividade da carne bovina frente às proteínas concorrentes, como frango e suíno, resultou em um desempenho abaixo do esperado. A tendência para a segunda quinzena do mês é de vendas ainda mais tímidas.
Pelo terceiro dia consecutivo, os preços caíram.
Considerando a média das cotações da arroba do boi gordo nos últimos 11 anos é notável a sazonalidade ao longo do ano. As piores cotações aconteceram entre maio e agosto e as melhores entre outubro e dezembro, tendo por base as cotações em janeiros.
O mercado de reposição continua em ascensão, com a confiança dos recriadores e invernistas em alta, impulsionada pela demanda robusta e pela expectativa de preços recordes para os próximos anos.
Carcaça especial teve alta de 2,4% neste início de maio.
Com mercado moroso e escalas confortáveis, a ponta compradora abriu o dia oferecendo menos pelo "boi China". A queda foi de R$3,00/@. A cotação do boi gordo, da vaca e da novilha não mudaram em relação a ontem.
Como esperado, o início de maio trouxe pressão sobre a cotação da arroba do boi gordo. Na primeira semana, ele se manteve estável em São Paulo mas, caso a demanda não se aqueça, deve enfrentar ondas de queda nos próximos dias, conforme o volume de bovinos ofertados aumente.
O mercado do boi gordo começou maio com preços estáveis, mas ainda sem força para reagir. Em São Paulo, a arroba do boi tipo China gira em torno de R$318, enquanto os frigoríficos alongam as escalas e compram com mais cautela. Nem mesmo o Dia das Mães trouxe um impulso no consumo interno, e a oferta segue firme com o aumento no abate de vacas e novilhas, o que ajuda a segurar os preços pagos ao produtor neste fim de safra.
Mesmo com maior oferta de boiadas, a cotação da arroba seguiu estável em São Paulo, em torno de R$318,00, segundo a Scot Consultoria. O cenário é sustentado pela força das exportações - que em abril bateram recorde para o mês, com destaque para China e Estados Unidos - e pela expectativa de aumento no consumo interno com o Dia das Mães. Frigoríficos com menor estoque chegaram a pagar acima da média para garantir escala.
Todo produtor ou pecuarista precisa tomar suas decisões com base em dados, estatísticas e planejamento.
O mercado do boi gordo tem enfrentado pressão nos preços desde a última semana, com a arroba recuando de R$325-R$330 para cerca de R$318 em São Paulo. A expectativa para a primeira quinzena de maio, impulsionada pelo consumo mais aquecido com o recebimento de salários e o Dia das Mães, é de uma certa estabilidade, mas a segunda metade do mês deve registrar cotações mais pressionadas, entre R$312 e R$315.
Embora as ofertas de bovinos sejam satisfatórias, uma parcela dos compradores sem estoque paga os preços atuais para recompor os estoques e atender à demanda para o final de semana do Dia das Mães. Por outro lado, indústrias estocadas pressionam o mercado para baixo.
Em 14 dos últimos 15 anos, o mês de maio registrou queda na cotação da arroba do boi gordo em relação a abril. Isso está ligado à estrutura do mercado: com o avanço da seca e o enfraquecimento das pastagens, há aumento na oferta de boiadas, pressionando os preços.
O mercado em Mato Grosso e em Goiás tem se mostrado firme perante a cotação do insumo e da arroba do boi gordo, porém, a cotação da arroba do boi gordo nos dois estados, nas praças monitoradas pela Scot Consultoria, teve um viés de alta mais intenso do que a cotação do farelo de algodão.
Oscilações refletem cautela no mercado, contudo, o otimismo predomina entre os agentes-chave, especialmente para o segundo semestre.
No fechamento do mês, tivemos movimentos opostos nos elos da cadeia.
A cotação não mudou em relação a ontem, para todas as categorias. Oferta e procura estão equilibradas.
Se o histórico dos últimos 15 anos se repetir, a cotação da arroba do boi gordo deve cair. Para o boi futuro, o movimento pode ser ainda mais contundente no mês de maio.
O mercado de reposição em Mato Grosso segue sustentado, mas atento à cotação da arroba do boi gordo.
Com poucos negócios sendo realizados e indústrias fora das compras após o feriado, o primeiro dia útil de maio abriu com cotações estáveis.
Com poucas negociações realizadas e algumas indústrias fora das compras após o feriado, o primeiro dia útil de maio abriu com cotações estáveis para todas as categorias.
Mesmo com o viés de baixa nos preços da arroba em maio - um movimento sazonal observado em 14 dos últimos 15 anos - o mercado pecuário segue com fundamentos firmes. Segundo Alcides Torres, diretor e analista de mercado da Scot Consultoria, o cenário atual não surpreende quem acompanha de perto o setor. A expectativa é de estabilidade ou até alta nos preços a partir do segundo semestre, impulsionada por uma menor oferta de fêmeas para abate e pela firme demanda, tanto interna quanto externa.
Há pressão sobre as cotações, vinda de um mercado interno menos comprador e, consequentemente, de um escoamento de carne lento. As ofertas de bovinos estão maiores, o que tem contribuído para alongar as escalas de abate. Desta forma, a cotação do boi gordo, da novilha e do "boi China" caiu R$2,00/@. O preço da vaca não se alterou.
Devido aos feriados, muitos agentes se afastaram do mercado, forçando vendedores a reduzirem os preços para manter o giro de caixa, o que resultou na queda das cotações em algumas categorias.
Considerando o preço médio da arroba do boi gordo nos últimos quinze anos em maio, em relação à abril, apenas em 2017 (pouco após a deflagração da Operação Carne Fraca), a média não caiu. Qual a sua expectativa para 2025?
Pós feriado prolongado, a cotação da arroba do boi gordo caiu em São Paulo. A oferta de bovinos está boa e as escalas de abate estão programadas até a primeira semana de maio, junto a uma demanda que foi menor que a expectativa para o "feriadão", o mercado cedeu.
Nas praças paulistas a escala de abate progrediu e a cotação caiu. A cotação do boi gordo e do "boi China" caiu R$5,00/@. A cotação da vaca e a da novilha não mudou
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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