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Volume exportado até a segunda semana do mês segue firme e acima da média embarcada em setembro de 2024.
A oferta de bovinos aumentou e o escoamento da carne não acompanhou esse movimento. Algumas indústrias ficaram fora das compras, remanejando as escalas de abate com a boiada já adquirida.
Apesar da entrada em vigor da tarifa norte-americana à carne bovina, a exportação está firme. Destaque para a Indonésia, que aumentou o número de fornecedores brasileiros e, para o México, que também deve fazê-lo em breve.
Após iniciar setembro com preços firmes, a demanda por carne bovina esteve aquém das expectativas, a oferta confortável para o período e, as escalas avançaram, com isso, o mercado do boi gordo esteve pressionado ao longo da primeira quinzena de setembro. O mercado seguirá pressionado nas próximas semanas?
O mercado seguiu bem ofertado, mas a semana começou sem grandes movimentações. Parte das indústrias frigoríficas se manteve fora das compras, enquanto aquelas que abriram negociações trabalharam com as referências da semana anterior, aguardando melhores posicionamentos para possíveis ajustes nos preços.
Mercado moroso e maior oferta de bovinos pressionaram os preços da arroba.
As chuvas seguem de forma desigual pelo país, com alívio parcial em algumas regiões e persistência de déficits de umidade do solo em outras.
O atual patamar de preços da carne bovina exportada, para o mês de setembro, não era observado desde 2022.
Ao longo da segunda semana de setembro, as cotações do boi gordo, da novilha e do “boi China” registraram quedas, fundamentadas por uma oferta de bovinos confortável, que atendeu à demanda com tranquilidade, permitindo que parte dos compradores alongasse suas escalas.
Apesar das chuvas, Santa Catarina e o Norte e Leste do Paraná registram umidade do solo abaixo do normal, porém sem intensidade exagerada.
A oferta de bovinos para abate esteve confortável, e parte dos compradores relatou escalas mais alongadas nesta quinta-feira. Esse cenário desacelerou as negociações, com os compradores aguardando maior clareza quanto ao desempenho do consumo de carne bovina ao longo da semana.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continuava bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
A demanda global por carne aumenta ano a ano e, mesmo com as restrições dos EUA, o Brasil mantém o protagonismo na exportação e é referência de competitividade no mercado mundial.
Com as altas registradas no final de agosto e início de setembro, a ponta vendedora ganhou espaço e aumentou a oferta. Com isso, os frigoríficos alongaram suas escalas e se posicionaram de forma confortável.
Com a boa demanda internacional e para atender a boa demanda da primeira quinzena mensal, os preços para cotação do boi gordo seguiram firmes no início do mês.
A semana começou com a oferta elevada e o alongamento das escalas em parte das indústrias frigoríficas. Apesar de uma melhora no escoamento de carne, o movimento ainda não foi suficiente para sustentar o mercado.
A menor disponibilidade de bovinos sustentou os preços da arroba.
Cenário climático segue dentro do esperado para o período, com chuvas modestas e estiagem persistente em algumas áreas.
De um lado, houve indústrias que aproveitaram a maior oferta de bovinos na semana e alongaram suas escalas, em média, para 10 dias. Essas, por cautela, optaram por se retirar das compras na sexta-feira.
Decisão valida a robustez do sistema sanitário brasileiro e cria condições para avanços em temas como pre-listing e flexibilização do controle reforçado.
O momento é o mais adequado para a compra de herbicida. Mas, como está o poder de compra do pecuarista?
O escoamento de carne, que estava lento na última semana, ganhou ritmo com o início do mês e a proximidade do quinto dia útil. No mercado externo, a demanda está aquecida. Com isso, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@ e R$3,00/@, respectivamente. Para a vaca e para a novilha, a cotação não mudou.
Demanda externa aquecida e retomada de ânimo para o consumo doméstico devem colaborar com sustentação aos preços do boi gordo em São Paulo.
O volume de bovinos abatidos, no comparativo mensal, caiu. Isso regulou a oferta para os coprodutos para a industria, o que trouxe estabilidade para os preços praticados para o couro e sebo, momentaneamente.
A semana começou com o mercado pouco ofertado e com poucos negócios. Vendedores e compradores aguardam o início do mês para avaliar o comportamento da demanda pela carne bovina e definir os próximos passos.
Viés de alta no mercado da região paraense.
Preço no varejo de carne bovina fecha a quarta semana de agosto em queda, em movimento natural para a segunda quinzena.
As cotações fecharam a semana estáveis, sem alterações em relação ao dia anterior. A oferta de bovinos foi suficiente para que os frigoríficos compusessem suas escalas, mas sem excedentes.
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