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As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado ontem, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado no dia anterior, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado. A menor oferta de boiadas continuou, e não houve informações de concessões dos vendedores em negociações abaixo das referências.
Em São Paulo, nesta semana, para os machos houve queda na categoria mais pesada, enquanto para as fêmeas a queda foi na categoria mais leve.
Com o final do mês se aproximando, as vendas perderam fôlego, mas as cotações, em parte dos segmentos, apresentaram ajustes positivos.
Mercado segue pressionado em janeiro, com vendas fracas e preços em queda no atacado e nas granjas.
Vendas retraídas mantêm o mercado pressionado.
Vendas fracas elevam estoques e voltam a pressionar o mercado.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Avanço da colheita no Brasil, revisão altista de oferta pelo USDA e estoques elevados no mercado global pressionam os preços e limitam espaço para valorização no primeiro semestre.
As referências de preço continuam as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
As referências de preço continuaram as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
Após alta observada no final de 2025, janeiro encerra sua penúltima semana com estabilidade nos preços na região.
Distribuição das chuvas segue desigual no fim de janeiro, com destaque para volumes mais elevados no Centro-Norte e restrição hídrica no Sul.
Nesta semana, quem precisou comprar teve que pagar preços mais altos do que os registrados na última semana para seis das oito categorias monitoradas.
Os contratos em aberto, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 11.523 posições para 12.167, entre os dias 15 e 22 de janeiro.
A semana termina com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia. A alta foi sustentada pela oferta mais curta de boiadas. Com menos bovinos disponíveis, a ponta vendedora ganhou poder de negociação.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos.
Precipitações abaixo da média predominam, mas a umidade do solo segue, em geral, em condições favoráveis.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Nesta semana, em São Paulo, as quatro categorias de fêmeas aneloradas registraram alta. Entre os machos, apenas o garrote apresentou valorização.
Após um fim de ano movimentado e diante das despesas típicas de janeiro, o consumidor tende a buscar opções mais baratas.
Dificuldades no escoamento da carne e consumo enfraquecido derrubaram as cotações no atacado e nas granjas paulistas.
Vendas ocorreram conforme o esperado, mas a concorrência entre vendedores resultou em ajustes de preços, enquanto as exportações seguem em bom ritmo.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
Para os machos, alta apenas para o bezerro desmama e queda nas demais categorias, para fêmeas o inverso, com alta na vaca magra e queda para as outras categorias.
Entrevista com o professor, Cássio Arruda Boechat
Canal Terraviva
Mercado da pecuária inicia 2026 com equilíbrio e perspectiva de alta nos preços
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