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Com a pressão baixista dos últimos dias, boa parte das programações de abate não evoluiu.
Apesar da referência em R$91,50/@, à vista, as ofertas de compra a preços menores estão frequentes.
Com escalas relativamente confortáveis, o ritmo de compras foi lento nesta segunda-feira
A pressão baixista e algumas indústrias fora do mercado fizeram diminuir o ritmo dos negócios.
Primeiro semestre chegou ao fim e o pecuarista não vai sentir saudades
Vendas de carne com osso em ritmo lento podem pressionar o mercado.
Semana sem grandes alterações nos preços e de demanda fraca para o atacado com osso.
As programações de abate em São Paulo estão mais curtas na comparação com a semana anterior.
Ritmo lento para o mercado do boi gordo no início da semana, mas forte especulação.
Com algumas indústrias fora das negociações houve poucos negócios concretizados.
As escalas mais confortáveis refletem a melhora na compra de boiadas.
A oferta mais calma e as vendas em ritmo lento na semana refletem as poucas alterações no mercado.
Aos poucos surgem empresas com escalas mais apertadas ofertando preços maiores de balcão
Neste início de semana, surgiram frigoríficos com maior necessidade de compra de matéria prima
Em São Paulo, a semana teve início com poucos frigoríficos fora das compras e pressão baixista.
Com escalas confortáveis, boa parte das indústrias aproveitou para pressionar o mercado.
Com a boa oferta, as indústrias deram fôlego às escalas de abate e pressionam as ofertas de balcão.
Escalas homogêneas e negociações lentas no mercado do boi gordo.
Em 2011, o setor apresentou recorde de vendas, chegando a 28,3 milhões de toneladas.
As programações de abate confortáveis dá condição para as indústrias testarem preços menores.
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