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Regulamentação europeia impõe obrigações rigorosas de rastreabilidade e fiscalização que exigem do Brasil avanços na governança territorial e na sustentabilidade agropecuária.
O cenário apresentou recuo no escoamento da carne, com aumentos pontuais na oferta e alongamento das escalas. No entanto, a semana começou com poucos negócios e, assim, as cotações de todas as categorias permaneceram inalteradas.
Distribuição irregular das chuvas marca a semana, com estiagem prolongada no Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste.
Exportação dita o ritmo para os coprodutos, onde para o sebo o cenário segue com firmeza e para o couro um momento de estabilidade entre as quedas.
Guerra comercial entre China e EUA eleva prêmios nos portos brasileiros.
A tecnologia tem sido essencial para a produtividade e sustentabilidade da pecuária brasileira nas últimas décadas, e seu protagonismo deverá aumentar no futuro.
O mercado terminou a quarta-feira e abriu a quinta-feira com maior oferta de bovinos. O escoamento de carne até aquele momento era considerado bom, tanto no mercado interno quanto no externo. Nesse sentido, a cotação de todas as categorias permaneceu estável.
O Confina Brasil encerrou, em 25 de julho, a Rota 2, que percorreu propriedades no Norte do Tocantins, Pará e no Vale do Araguaia, entre Mato Grosso e Goiás.
Recuo no preço do milho maior que os movimentos dos produtos processados sustentou a margem das indústrias de etanol de milho.
Encontro da Scot Consultoria fez parada em Campo Grande para um dia de troca, aprendizado e conexões que movem o setor da pecuária de corte.
Recebimento dos salários e Dia dos Pais aumentam o ritmo das vendas e sustentam a cotação de parte dos setores da carne bovina.
É muito mais barato e prudente você buscar ferramentas de proteção contra queda de preços nos movimentos de alta de preços, do que de baixa.
Um olhar econômico sobre os danos causados pela mosca-dos-chifres e o retorno do controle estratégico.
No mês de julho, nossos especialistas estiveram em campo, levando informações estratégicas, discutindo tendências e promovendo conexões.
Crescimento da produção brasileira de sorgo, concentração regional, destinação para nutrição animal e análise comparativa de custo-benefício com o milho.
Apesar dos desafios climáticos e tarifários, a procura por bovinos dá sinais de recuperação no mercado paulista.
Biodiesel com óleo soja foi recorde no primeiro semestre de 2025. A ampliação da mistura para B15 deixa margem de 7,1% de aumento a partir de agosto.
Com tempo seco predominando em grande parte do país, chuvas pontuais favorecem o avanço das colheitas e o desenvolvimento do trigo, enquanto as pastagens seguem com baixa disponibilidade de forragem.
O “american dream” em 2025 – bem vivido até então – em julho, virou pesadelo após o anúncio e confirmação da tarifa de 50% pelos Estados Unidos a partir de agosto. Mas, o quanto isso “azeda” a exportação e a perspectiva para o restante de 2025?
Abrem-se novas portas para o Brasil no maior mercado global de rações. A China acaba de autorizar a habilitação de 51 estabelecimentos brasileiros para exportação de proteína processada de aves e suínos e de farinha e óleo de pescado, bem como de outras proteínas e gorduras de animais aquáticos, produzidos pelas indústrias de reciclagem animal. A novidade abre caminho para um potencial crescimento nas exportações do setor.
O manejo do pasto deixou de ser secundário – hoje, é peça central na equação entre rentabilidade e sustentabilidade.
À Sputnik Brasil, especialistas afirmam que a venda de carne, um dos produtos mais afetados pelo tarifaço dos Estados Unidos, pode ser reorientada para o mercado interno, onde há “um consumo represado imenso”, mas isso não acontecerá no curto prazo nem substituirá as exportações para os EUA.
Mesmo com a alta do petróleo e as mudanças no perfil das importações, o repasse das reduções promovidas pela Petrobras no primeiro semestre ainda influencia os preços do diesel no mercado interno.
A oferta de boiadas diminuiu e a ponta vendedora está mais retraída. Ainda assim, as escalas de abate estão confortáveis e a oferta, embora menor, não está escassa - o que manteve o mercado equilibrado na comparação diária.
Em 2024, após um primeiro semestre nebuloso para os criadores de gado, a praça de São Paulo puxou a retomada de preços em todos os estados brasileiros, registrando uma elevação de 27,9%, entre setembro do ano passado e janeiro de 2025. No período, a cotação do boi gordo saltou de R$ 249,27 para R$ 319,36, respectivamente. Desde então, manteve-se acima dos R$ 300,00, mesmo sob oscilações.
A oferta de boiadas havia diminuído, e a ponta vendedora se mostrava mais retraída. Ainda assim, as escalas de abate seguiam confortáveis e, apesar da redução na oferta, não havia escassez - o que manteve o mercado equilibrado na comparação diária.
Insegurança no mercado trava negócios e provoca queda nos preços da reposição em São Paulo.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) continuou sua tendência de queda nos estoques globais de milho e alta nos de soja.
Tarifas agitam o mercado do boi gordo, porém mostram limitações para um mercado que não deve funcionar bem sem o Brasil.
Entrevista com a executiva de negócios, Larissa Wachholz
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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