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Preços subiram R$5,00 por caixa na semana, tanto na granja, quanto no atacado.
Alta acima dos concorrentes reduziu a competitividade da carne suína.
Desequilíbrio entre oferta e demanda faz cotação do suíno cair na granja e no atacado.
Redução no poder de compra da população pressiona os preços.
Com recorde de abate – e de produção de carne bovina – a demanda foi destaque em 2024.
A diminuição da oferta combinada com o aumento da demanda impulsionou os preços no segundo semestre.
Pela terceira semana seguida, preços do suíno nas granjas e no atacado apresentaram altas
Firmeza nas cotações do mercado do boi gordo não refletiram na reposição
Poucas negociações ditam a estabilidade no mercado de reposição
Maior demanda pela carne suína deu sustentação aos preços na cadeia produtiva.
Apesar da redução dos embarques para a China, as exportações para outros países têm crescido.
Maior demanda no final do ano sustenta os preços na granja e no atacado.
Aumento da demanda, típico do final de ano, pressiona os preços para cima.
Aumento da demanda pressiona positivamente os preços do suíno na granja e no atacado.
Levantamento apontou que, entre 17 países, o menor custo de produção é o do Brasil.
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