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As usinas sucroalcooleiras do Centro-Sul do país devem fechar o ano com 567,0 milhões de toneladas de cana-de-açúcar processadas, o que representa queda de 5,0% sobre o volume registrado no ano passad
A semeadura do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 98,5% ou 1,10 milhão de hectares até o dia 12 de dezembro.
Para 2015, expectativa é de um ano "razoável".
As vendas de fertilizantes no país cresceram 5,0% de janeiro a novembro, na comparação com o mesmo período de 2013, para 30,22 milhões de toneladas.
Em um ano, valor da pluma acumulou desvalorização de 25,0% em média. Área do algodão deve ficar em torno de 570 mil hectares no estado.
As cotações internas de milho oscilaram ao longo de novembro, mas fecharam o mês ainda em forte alta.
O prazo de vigência da emergência fitossanitária para a praga Helicoverpa armigera foi prorrogado por mais um ano nos Estados de Mato Grosso (MT) e em Minas Gerais (MG).
Plantio de soja foi encerrado no início do mês em Mato Grosso do Sul. Área cultivada com a oleaginosa teve incremento de 120 mil hectares.
A semeadura do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 96,47% ou 1,08 milhão de hectares até o dia 5 de dezembro.
O Brasil deve produzir 201,50 milhões de toneladas de grãos na safra 2014/15, o que corresponde a uma variação positiva de 4,2% em relação ao período anterior.
O ano de 2015 deve ser um dos anos mais difíceis dos últimos anos, face aos ajustes que precisam ser feitos e ao elevado grau de incertezas que temos pela frente.
Até o momento, 87,0% das lavouras se encontram em boas condições, frente a 13,0% em condições medianas e ruins.
De modo geral, a condição hídrica do solo aos poucos vai se normalizando em todo do Brasil, onde não há mais locais com baixos índices de umidade.
Está mais do que claro que os canaviais brasileiros necessitam aumentar suas produtividades ou ao menos mantê-las para que o setor canavieiro consiga sair da crise em que se encontra
Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), a semeadura do grão no Rio Grande do Sul se aproxima do fim e atingiu 92,4%
Menor demanda para exportação e o clima favorável ao plantio do milho de primeira safra foram fatores que colaboraram para o recuo dos preços.
Para a safra 2014/15 o DERAL estima um recuo de 20,0% na área plantada em detrimento do aumento de área destinada para a soja.
Apenas 10% das propriedades rurais do país estão inscritas no Cadastro Ambiental Rural (CAR), novo sistema de controle do governo federal para evitar desmatamento.
O plantio do milho devia ter sido encerrado há 30 dias em São Paulo.
Os trabalhos de plantio da safra 2014/15 de soja no Paraná evoluíram 8,0 pontos percentuais na última semana, para 98,0% da área prevista.
O plantio de soja em Mato Grosso está praticamente finalizado.
A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) manteve suas estimativas de produção, processamento e exportação de soja na safra 2014/2015, alterando apenas as previsões de estoques
O relatório da Bolsa de Cereais de Buenos Aires revelou que a Argentina avançou seu plantio de soja para 44,8% da área prevista para a oleaginosa.
A presença de uma frente fria sobre a região Sudeste mantém o tempo instável em toda a região central do Brasil e beneficia o desenvolvimento das lavouras de soja, milho, feijão, café, cana-de-açúcar
Os preços do milho seguem crescendo, mas em ritmo menor. A desaceleração tem como base as cotações externas e o recuo do dólar frente ao Real desde a semana passada.
Alta do dólar é fator chave para tornar as commodities brasileiras mais competitivas no mercado externo.
Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), o plantio da safra 2014/15 atingiu 71,4%, até 14 de novembro.
Após o recorde do ano na primeira quinzena de setembro, a cotação do arroz patinou. Na primeira quinzena de outubro o preço caiu 0,5%, frente ao mesmo período do mês anterior.
Aumento da produção e consumo patinando provocaram mais um mês de queda de preço ao produtor. Em novembro, os volumes produzidos no Brasil Central e no Sudeste deverão aumentar com o início da safra.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
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