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Após alta observada no final de 2025, janeiro encerra sua penúltima semana com estabilidade nos preços na região.
A semana termina com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia. A alta foi sustentada pela oferta mais curta de boiadas. Com menos bovinos disponíveis, a ponta vendedora ganhou poder de negociação.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Os vendedores estão retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorre em ritmo mais lento, comportamento esperado para este período do mês, o que sustenta as cotações.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Nesta semana, em São Paulo, as quatro categorias de fêmeas aneloradas registraram alta. Entre os machos, apenas o garrote apresentou valorização.
Após um fim de ano movimentado e diante das despesas típicas de janeiro, o consumidor tende a buscar opções mais baratas.
Vendas ocorreram conforme o esperado, mas a concorrência entre vendedores resultou em ajustes de preços, enquanto as exportações seguem em bom ritmo.
Depois de uma virada de ano desafiadora, os preços dos ovos começam a encontrar sustentação.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
Quedas pontuais refletem um ajuste sazonal pela liberação de estoques, enquanto fundamentos devem seguir sustentando os preços no primeiro trimestre.
Para os machos, alta apenas para o bezerro desmama e queda nas demais categorias, para fêmeas o inverso, com alta na vaca magra e queda para as outras categorias.
Na comparação semanal, os preços apresentaram queda para todas as categorias.
Apesar da ocorrência de precipitações, o padrão segue aquém da média histórica em várias regiões produtoras.
Os contratos, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 8.701 posições em aberto para 11.523, do dia 8 ao dia 15 de janeiro.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços atuais, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios é lento, típico do fechamento da semana.
Amigos, quem vive a pecuária no dia a dia sabe que cada ano tem sua história, mas existe um momento que, silenciosamente, sempre entrega o sentimento real do mercado: o final da primeira quinzena de janeiro. É ali que o mercado costuma revelar suas cartas.
Por quê a obrigação de reparar danos ambientais não se perde com o tempo — e o impacto disso para produtores e negócios imobiliários.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@. Entretanto, eles não têm volume o bastante para formar a referência.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
Após o recorde de exportação em 2025, o começo de 2026 está marcado por medidas protecionistas de parceiros do Brasil que poderão mudar esse quadro.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias hoje, mas o mercado do boi gordo opera em um ambiente de “queda de braço”.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias, mas o mercado do boi gordo operou em um ambiente de “queda de braço”.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
Entrevista com a administradora de empresas,Luiza Pezzoni
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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