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Após dois dias de apuração, especialistas apontam no Encontro de Intensificação de Pastagens os caminhos para superar desafios e aproveitar as oportunidades na pecuária à pasto.
No comparativo anual, entre a média de setembro de 2025 e a de 2024, a arroba do boi gordo acumula alta de 22,5%. Já a do boi magro valorizou 33,8% e a do bezerro de desmama, 33,1%, no mesmo intervalo.
Preços em alta para o sebo bovino, sustentados pela demanda aquecida para o biodiesel e pelas exportações. Couro estável e com preços baixos, devido a maior oferta e à fraca demanda.
Tensões comerciais com os EUA, choque de oferta na África e demanda interna fraca redirecionam a importação chinesa para óleo e fortalecem o Brasil.
Importação e uso de herbicidas prontos para uso crescem em 2025, mesmo em ano de custos elevados no campo.
Apesar do déficit hídrico, compradores seguem buscando bovinos magros, sustentando a valorização da cotação de várias categorias em São Paulo.
Menor produção para o segundo semestre, e estabilidade dos preços do sebo bovino, sustentados pela demanda firme do mercado interno e exportações.
Apesar da entrada em vigor da tarifa norte-americana à carne bovina, a exportação está firme. Destaque para a Indonésia, que aumentou o número de fornecedores brasileiros e, para o México, que também deve fazê-lo em breve.
Em São Paulo, a escassez de pasto fez os compradores recuarem, e os vendedores precisaram ceder para viabilizar os negócios.
A estabilidade de preços do sebo bovino no curto prazo é sustentada pela oferta contida, pelo aumento nas exportações e pela maior demanda do mercado interno.
Em sua sexta edição, o Confina Brasil segue em frente com a missão de registrar e compartilhar a realidade da pecuária de corte em diferentes regiões do país. Com o apoio de parceiros, a expedição fortalece e amplia o entendimento sobre as práticas que estão redesenhando o setor.
Em São Paulo, os negócios seguiram lentos, com compradores mantendo cautela diante da persistente falta de chuvas.
Estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por oferta contida, com queda na produção de sebo e uma demanda aquecida no mercado interno.
O momento é o mais adequado para a compra de herbicida. Mas, como está o poder de compra do pecuarista?
Na parcial de agosto, com um quilo de carne bovina foi possível adquirir 2,74 quilos de carne de frango, queda de 1,7% em relação a julho. Apesar do recuo, esse foi o segundo maior patamar do ano, atrás apenas de junho e julho, quando o indicador chegou a 2,79 quilos, em ambos os meses.
Em São Paulo, a última semana do mês foi marcada por queda em seis de oito categorias de bovinos anelorados destinados à reposição.
A estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por queda na produção de sebo e oferta contida de couro.
Em São Paulo, com a alta nas cotações e a expectativa de que esse cenário pouco mude nos próximos dias, a relação de troca para recriadores e invernistas acende um sinal de alerta.
Em julho, as exportações aquecidas e a alta demanda para o biodiesel sustentaram os preços do sebo. O preço do couro, segue pressionado pelo excesso de oferta e demanda fraca.
Em São Paulo, o ágio entre o bezerro de desmama e o boi gordo recuou 10 pontos percentuais, indicando que o custo de aquisição dessa categoria está menor em relação ao preço de venda do boi terminado.
Exportação dita o ritmo para os coprodutos, onde para o sebo o cenário segue com firmeza e para o couro um momento de estabilidade entre as quedas.
Recuo no preço do milho maior que os movimentos dos produtos processados sustentou a margem das indústrias de etanol de milho.
Encontro da Scot Consultoria fez parada em Campo Grande para um dia de troca, aprendizado e conexões que movem o setor da pecuária de corte.
Negociações ganham força e as categorias de machos anelorados, em São Paulo, registram alta na primeira semana de agosto.
Exportações aquecidas em julho e a alta demanda no mercado interno sustentam os preços do sebo. O preço do couro, impulsionado pela boa oferta e menor faturamento das exportações, por outro lado, está sob pressão de queda.
Um olhar econômico sobre os danos causados pela mosca-dos-chifres e o retorno do controle estratégico.
Agosto será marcado por muito trabalho, troca de experiências e informações estratégicas.
Crescimento da produção brasileira de sorgo, concentração regional, destinação para nutrição animal e análise comparativa de custo-benefício com o milho.
Apesar dos desafios climáticos e tarifários, a procura por bovinos dá sinais de recuperação no mercado paulista.
O biodiesel e as exportações sustentam os preços do sebo, enquanto o couro sofre pressão baixista por oferta elevada e arroba fraca.
Entrevista com o fundador da Estância Bahia
DBO
Exportação de gado vivo ganha força e Brasil pode repetir recorde em 2026
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