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Volume de soja destinada ao esmagamento, estimativa para a safra 2025/26** em milhões de toneladas e cotações médias anuais do farelo de soja* (R$/t).
Litros de diesel S10 por saca de milho, em Campinas-SP
A oferta de couro e sebo bovino está menor, e a demanda no mercado interno e externo está aquecida, com isso foram registradas altas nos preços na semana.
Conflito no Oriente Médio fez com que o preço do diesel S10 disparasse no Brasil e o poder de compra do pecuarista diminuiu.
Em meio ao cenário de instabilidade global, o etanol é um importante mecanismo de proteção frente às incertezas.
A oferta de sebo bovino está menor. Apesar disso, os preços seguiram ficaram estáveis na semana. Atenção ao sebo, cuja perspectiva é de redução de demanda para abril.
Redução na oferta de sebo bovino, combinada à demanda fraca do setor de biodiesel manteve os preços estáveis. Para o couro, apesar da menor oferta, as cotações estão sem mudanças.
Comportamento da cotação do óleo diesel S10 em R$/l.
A primeira metade do mês, que tende a apresentar ritmo aquecido, apresentou vendas mais amenas do que o esperado.
Sebo tem menor oferta, mas a demanda interna está lenta. Para o couro, as exportações estão aquecidas, com aumento no volume e no faturamento.
A alta em Chicago e a valorização do dólar frente ao real sustentaram as cotações da soja, mas as incertezas em relação às exportações para a China e o aumento do custo do frete estão travando o mercado.
Com os grandes produtores de petróleo envolvidos no conflito, o mercado nacional e internacional do diesel sente o impacto da guerra.
A demanda lenta do biodiesel mesmo, com a retomada das exportações, mantém o mercado de sebo com preços equilibrados. Para o couro, exportações mais fracas e oferta ainda confortável mantêm o mercado travado, com preços estáveis.
O biodiesel não é promessa tecnológica é política energética em execução.
Menor abate reduz a disponibilidade de sebo e couro, mas a demanda enfraquecida para o biodiesel e o recuo nas exportações mantêm as cotações estáveis, com tendência de alta.
A retomada das exportações de sebo bovino, após meses em baixa, aliada à demanda por biodiesel, sustenta os preços. Já para o couro, a oferta permanece ampla, mesmo com a redução nos abates, mantendo as cotações estáveis.
A meta para este ano (2026) está 19,0% maior que a de 2025, considerando o aumento das misturas de biocombustíveis e a ampliação das obrigações de descarbonização.
Demanda lenta no mercado interno direcionou o preço do sebo. Para o couro, apesar da estimativa de oferta menor, a demanda lenta imperou. Caminhos opostos marcaram a exportação.
Com preços no mercado interno abaixo da paridade internacional e uma geopolítica adversa, os preços do diesel devem trabalhar em cenário de firmeza.
Preços domésticos abaixo da paridade e ambiente externo adverso sustentam o mercado.
Preço do sebo pressionado e do couro estável para semana.
Preço do couro e do sebo estável na semana.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
A ampla oferta, resultante do desempenho fraco das exportações e da menor utilização do sebo bovino como matéria-prima para a produção de biodiesel, segue pressionando os preços do coproduto.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
Nas exportações, o sebo teve o menor volume embarcado desde fevereiro e o couro registrou recorde de volume, mas com faturamento menor devido à mudança no tipo de material exportado.
Preços do sebo recuam pela segunda semana consecutiva, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Queda nas cotações do sebo bovino são sustentado pela pela maior oferta de óleo de soja e pela expectativa de produção menor de biodiesel em dezembro.
Alta do milho, safra abundante, prêmios firmes para a soja e avanço do etanol de milho criam um novo ambiente competitivo que deve influenciar custos e estratégias no próximo ano.
Entrevista com o presidente da ABIEC, Roberto Perosa
Canal do Boi
Mercado do boi gordo firme com indústria pressionando
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