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O ritmo de negócios do mercado está moroso e frio. Algumas indústrias, com escalas satisfatórias, permanecem fora das compras e aguardam como será o mercado nos próximos dias.
Em Ribeirão Preto, Pedro Gonçalves analisa a transformação da pecuária nacional com foco na produtividade, sustentabilidade e protagonismo global da carne produzida a pasto.
Durante o Encontro de Intensificação de Pastagens, Janaina Martuscello defende que o sucesso da pecuária está no manejo bem feito e na aplicação correta da ciência.
Em palestra técnica, professor da UFT destaca como solo fértil, nutrição equilibrada e estímulos fisiológicos aumentam em até 10 vezes a produtividade do capim Mombaça.
A cotação permaneceu estável para todas as categorias na comparação diária. A oferta de bovinos para abate foi boa; com isso, os compradores ainda operaram com escalas de abate confortáveis, e parte deles ficou fora das compras.
Importação e uso de herbicidas prontos para uso crescem em 2025, mesmo em ano de custos elevados no campo.
Durante o Encontro de Intensificação de Pastagens, em Ribeirão Preto, especialistas apresentaram soluções práticas para o uso sustentável de ingredientes úmidos na alimentação de ruminantes.
O ritmo de negócios do mercado estava moroso e frio. Algumas indústrias, com escalas satisfatórias, permaneciam fora das compras e aguardavam como seria o mercado nos próximos dias.
O setor agropecuário debaterá um tema relevante para o futuro da pecuária: a intensificação de pastagens.
Com as escalas confortáveis e o escoamento lento da carne, grande parte das indústrias não está comprando, o que manteve as cotações estáveis.
Com as escalas confortáveis e o escoamento lento da carne, grande parte das indústrias não comprou, o que manteve as cotações estáveis.
Dados parciais da secretaria do comércio exterior (Secex) divulgados hoje (22/9), apontam que o volume de carne bovina in natura poderá ser recorde para um único mês.
Clima adverso, queda na produtividade e o vendedor retraído sustentaram os preços do café no mercado brasileiro.
Apesar de boa parte da ponta compradora estar fora das compras, o cenário é de mercado frouxo. Com o mercado bem ofertado, as escalas de abate confortáveis e escoamento de carne fraco, os frigoríficos que já retomaram os negócios iniciaram a semana oferecendo menos pela arroba do “boi China”. Para as demais categorias, as cotações não mudaram.
Decisão confirma confiança internacional no sistema de defesa agropecuária brasileiro e ocorre no mesmo dia do início da auditoria chinesa sobre influenza aviária.
Apesar de boa parte da ponta compradora ter estado fora das compras, o cenário foi de mercado frouxo. Com o mercado bem ofertado, as escalas de abate confortáveis e escoamento de carne fraco, os frigoríficos que já haviam retomado os negócios iniciaram a semana oferecendo menos pela arroba do “boi China”. Para as demais categorias, as cotações não mudaram.
O professor Diogo Fleury Costa, da Esalq/USP, falou sobre a pecuária australiana em entrevista de prévia à palestra que apresentará no Encontro de Intensificação de Pastagens da Scot Consultoria, nos dias 24 e 25 de setembro, em Ribeirão Preto-SP.
Apesar do déficit hídrico, compradores seguem buscando bovinos magros, sustentando a valorização da cotação de várias categorias em São Paulo.
O ritmo lento das vendas acompanha a sazonalidade dos meses; ainda assim, os preços mantêm ajustes positivos.
Vendas fracas em setembro pressionam os preços.
Mercado ganha fôlego com a oferta e a demanda ajustadas.
Após alta no início de setembro, preços cedem.
Menor produção para o segundo semestre, e estabilidade dos preços do sebo bovino, sustentados pela demanda firme do mercado interno e exportações.
Até agosto, as compras de carne bovina in natura brasileira pela China somaram 948,2 mil toneladas.
Nos dias 24 e 25 de setembro, acontece em Ribeirão Preto-SP, no RibeirãoShopping, o Encontro de Intensificação de Pastagens da Scot Consultoria.
Ao longo da terceira semana de setembro, as cotações do boi gordo, das fêmeas e do “boi China” recuaram R$5,00/@. Esse movimento foi resultado do alongamento das escalas de abate. Esse cenário permitiu que parte dos frigoríficos reduzisse os preços ofertados.
Ao longo da terceira semana de setembro, as cotações do boi gordo, das fêmeas e do “boi China” caíram R$5,00/@. Esse movimento foi causado pelo alongamento das escalas de abate.
Com mais de 30 anos de experiência, William Marchió revela práticas e métricas que consolidam a agropecuária regenerativa como realidade, e não como marketing.
A oferta de bovinos está boa e o consumo de carne bovina estável. Com isso, os frigoríficos estão com escalas de abate mais alongadas e reduziram o ritmo das compras. No mercado externo, embora a exportação apresente bom desempenho, a queda do dólar reduziu a margem dos exportadores, o que pesa contra a cotação da arroba.
Entrevista com o economista, Sérgio Rangel Fernandes Figueira
Notícias Agrícolas
Mercado do leite: movimento de baixa continua no início de 2026
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