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Mercado moroso e maior oferta de bovinos pressionaram os preços da arroba.
As escalas de abate avançaram com uma oferta confortável para o comprador na primeira quinzena do mês. A demanda por carne bovina, principalmente no mercado interno, não correspondeu às expectativas para o período - colaborando com a queda na primeira quinzena. A exportação, por outro lado, segue em bom ritmo e tem colaborado para que o viés de queda seja limitado.
As escalas de abate avançaram com uma oferta confortável para o comprador na primeira quinzena do mês. A demanda por carne bovina, principalmente no mercado interno, não correspondeu às expectativas para o período - colaborando com a queda na primeira quinzena.
A estabilidade de preços do sebo bovino no curto prazo é sustentada pela oferta contida, pelo aumento nas exportações e pela maior demanda do mercado interno.
Ao longo da segunda semana de setembro, as cotações do boi gordo, da novilha e do “boi China” registraram quedas, fundamentadas por uma oferta de bovinos confortável, que atendeu à demanda com tranquilidade, permitindo que parte dos compradores alongasse suas escalas.
A oferta de bovinos para abate está confortável e parte dos compradores relataram escalas mais alongadas nesta quinta-feira. Cenário que desacelerou as negociações, com compradores aguardando maior clareza quanto ao desempenho do consumo de carne bovina ao longo da semana.
A oferta de bovinos para abate esteve confortável, e parte dos compradores relatou escalas mais alongadas nesta quinta-feira. Esse cenário desacelerou as negociações, com os compradores aguardando maior clareza quanto ao desempenho do consumo de carne bovina ao longo da semana.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continuava bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continua bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
A demanda global por carne aumenta ano a ano e, mesmo com as restrições dos EUA, o Brasil mantém o protagonismo na exportação e é referência de competitividade no mercado mundial.
Com as altas registradas no final de agosto e início de setembro, a ponta vendedora ganhou espaço e aumentou a oferta, com isso, os frigoríficos alongaram suas escalas e se posicionaram de forma confortável. Somando a isso, o escoamento de carne melhorou, mas não sendo suficiente para sustentar o mercado.
Com as altas registradas no final de agosto e início de setembro, a ponta vendedora ganhou espaço e aumentou a oferta. Com isso, os frigoríficos alongaram suas escalas e se posicionaram de forma confortável.
Em sua sexta edição, o Confina Brasil segue em frente com a missão de registrar e compartilhar a realidade da pecuária de corte em diferentes regiões do país. Com o apoio de parceiros, a expedição fortalece e amplia o entendimento sobre as práticas que estão redesenhando o setor.
A semana começou com a oferta elevada e o alongamento das escalas em parte das indústrias frigoríficas. Apesar de uma melhora no escoamento de carne, o movimento ainda não foi suficiente para sustentar o mercado.
A menor disponibilidade de bovinos sustentou os preços da arroba.
Estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por oferta contida, com queda na produção de sebo e uma demanda aquecida no mercado interno.
O mercado se dividiu em dois perfis nesta sexta-feira.
De um lado, houve indústrias que aproveitaram a maior oferta de bovinos na semana e alongaram suas escalas, em média, para 10 dias. Essas, por cautela, optaram por se retirar das compras na sexta-feira.
Francisco Castro comenta os desafios e oportunidades para agregar valor à carne bovina diante das exigências globais.
A maior oferta de bovinos permitiu o alongamento das escalas. No entanto, o mercado está sustentado por conta da demanda que está firme.
A maior oferta de bovinos permitiu o alongamento das escalas. No entanto, o mercado estava sustentado por conta da demanda que estava firme.
O mercado do boi gordo segue marcado pela volatilidade, mas com fundamentos positivos para o segundo semestre.
O escoamento de carne, que estava lento na última semana, ganhou ritmo com o início do mês e a proximidade do quinto dia útil. No mercado externo, a demanda está aquecida. Com isso, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@ e R$3,00/@, respectivamente. Para a vaca e para a novilha, a cotação não mudou.
O cenário está dividido em dois movimentos. De um lado, estão os compradores, que têm antecipado negócios para suprir as escalas de abate e negociar a preços mais favoráveis. De outro, a oferta de gado está justa, o que contribui para uma melhor margem de negociação para pecuaristas e contribui com a sustentação dos preços.
O cenário esteve dividido em dois movimentos. De um lado, ficaram os compradores, que anteciparam negócios para suprir as escalas de abate e negociar a preços mais favoráveis.
A semana começou com o mercado pouco ofertado e com poucos negócios. Vendedores e compradores aguardam o início do mês para avaliar o comportamento da demanda pela carne bovina e definir os próximos passos.
Entrevista com o presidente da ABIEC, Roberto Perosa
Canal do Boi
Mercado do boi gordo firme com indústria pressionando
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