791 resultado(s) encontrado(s)!
O último dia da semana abriu com alta de R$2,00/@ para as fêmeas e para o “boi China”. Para o boi gordo, a cotação não mudou.
O mercado do boi gordo começou agosto com preços firmes. Em São Paulo, a arroba do boi padrão exportação está entre R$315,00 e R$320,00, frente à mínima do ano de R$295,00.
O mercado terminou a quarta-feira e abriu a quinta-feira com maior oferta de bovinos. O escoamento de carne até aquele momento era considerado bom, tanto no mercado interno quanto no externo. Nesse sentido, a cotação de todas as categorias permaneceu estável.
O gesso melhora a absorção de nutrientes e a resistência das plantas, especialmente em solos ácidos.
Após as altas registradas ontem, sustentadas pela melhora no escoamento da carne e pela redução na oferta de bovinos, o mercado abriu hoje com preços estáveis para todas as categorias.
Após as altas registradas ontem, sustentadas pela melhora no escoamento da carne e pela redução na oferta de bovinos, o mercado abriu estável.
O bom escoamento da carne bovina contribuiu para sustentar os preços em São Paulo. Com isso, as cotações do boi gordo e do “boi China” subiram R$1,00/@, e a cotação da vaca teve alta de R$2,00/@. A cotação da novilha permaneceu inalterada em relação ao dia anterior.
O Confina Brasil encerrou, em 25 de julho, a Rota 2, que percorreu propriedades no Norte do Tocantins, Pará e no Vale do Araguaia, entre Mato Grosso e Goiás.
Após uma semana movimentada, com altas consecutivas nas cotações - reflexo da oferta reduzida e do bom escoamento da carne –, essa semana iniciou com poucos negócios e com preços estáveis na comparação dia a dia.
A primeira semana de agosto foi marcada por altas consecutivas nas cotações e, na sexta-feira (8/8), o cenário não mudou.
A oferta de boiadas continuava restrita e os vendedores estavam aguardando valorizações para comercializar. Os compradores não estavam conseguindo alongar as escalas de abate e as trabalhavam dia após dia. Nesse sentido, a cotação da arroba do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00 e a da novilha subiu R$3,00.
Um olhar econômico sobre os danos causados pela mosca-dos-chifres e o retorno do controle estratégico.
A oferta de boiadas esteve enxuta, com uma parcela dos pecuaristas à espera de preços melhores para negociar. Esse cenário contribuiu para que a cotação da arroba do boi gordo recuperasse as perdas recentes.
Com o melhor escoamento da carne em relação à última semana e a ponta vendedora ainda retraída, o dia abriu com alta de R$3,00/@ na cotação do boi gordo, da vaca e do “boi China”. Para a novilha, a cotação subiu R$2,00/@.
Apesar de um mercado mais especulativo do que ativo em negociações no início da semana, a menor oferta de boiadas terminadas e a melhora no escoamento da carne abriram espaço para uma alta de R$2,00/@ na cotação de todas as categorias.
Gestão de custos, antecipação de compras e monitoramento da relação de troca são chaves para garantir um cenário favorável.
Biodiesel com óleo soja foi recorde no primeiro semestre de 2025. A ampliação da mistura para B15 deixa margem de 7,1% de aumento a partir de agosto.
O “american dream” em 2025 – bem vivido até então – em julho, virou pesadelo após o anúncio e confirmação da tarifa de 50% pelos Estados Unidos a partir de agosto. Mas, o quanto isso “azeda” a exportação e a perspectiva para o restante de 2025?
Com o mercado retraído, tanto na ponta compradora quanto na vendedora, o primeiro dia de agosto abriu com cotações estáveis para todas as categorias de bovinos.
Abrem-se novas portas para o Brasil no maior mercado global de rações. A China acaba de autorizar a habilitação de 51 estabelecimentos brasileiros para exportação de proteína processada de aves e suínos e de farinha e óleo de pescado, bem como de outras proteínas e gorduras de animais aquáticos, produzidos pelas indústrias de reciclagem animal. A novidade abre caminho para um potencial crescimento nas exportações do setor.
Alguns fatores influenciaram o mercado de ontem para hoje. O primeiro era que indústrias com escalas mais curtas no mês corrente ofertaram mais para colocarem boiadas e alongá-las.
Mesmo com a alta do petróleo e as mudanças no perfil das importações, o repasse das reduções promovidas pela Petrobras no primeiro semestre ainda influencia os preços do diesel no mercado interno.
Em 2024, após um primeiro semestre nebuloso para os criadores de gado, a praça de São Paulo puxou a retomada de preços em todos os estados brasileiros, registrando uma elevação de 27,9%, entre setembro do ano passado e janeiro de 2025. No período, a cotação do boi gordo saltou de R$ 249,27 para R$ 319,36, respectivamente. Desde então, manteve-se acima dos R$ 300,00, mesmo sob oscilações.
A oferta de boiadas havia diminuído, e a ponta vendedora se mostrava mais retraída. Ainda assim, as escalas de abate seguiam confortáveis e, apesar da redução na oferta, não havia escassez - o que manteve o mercado equilibrado na comparação diária.
De ontem para hoje, as ofertas de compra não mudaram. A oferta de boiadas diminuiu e o escoamento da carne bovina melhorou, o que deu estabilidade ao mercado que estava frouxo. A estabilidade nas cotações sucedeu as quedas registradas nos últimos dias.
Mesmo antes de entrar em vigor, o tarifaço já pressiona o mercado, que seguiu em queda apesar do ritmo razoável nas vendas.
A demanda externa e o biodiesel sustentam os preços do sebo, com tendência de alta. Já o couro enfraquece com a oferta de bovinos, quedas nos preços da arroba e o menor faturamento das exportações.
Tarifas agitam o mercado do boi gordo, porém mostram limitações para um mercado que não deve funcionar bem sem o Brasil.
Exigências da nova instrução normativa ignoram a realidade dos estados e inviabilizam processos de regularização ambiental.
O estoque de carne bovina nos EUA segue em queda e, em junho, alcançou o menor patamar de 2025, além do mais baixo para o período do ano desde 2019.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
Receba nossos relatórios diários e gratuitos