Oferta restrita sustenta as cotações, enquanto o consumo mais fraco limita novas altas.
Foto: Bela Magrela
A oferta de boiadas estava limitada, enquanto os frigoríficos administravam as compras conforme suas escalas. No começo desta semana, as indústrias melhoraram as ofertas para alongar as programações de abate e, com alguma cobertura e diante do consumo mais fraco no fim do mês (como todo fim de mês), parte dos compradores, entre ontem e hoje, saiu das compras e passou a aguardar o mercado. Ainda assim, a disponibilidade de bovinos seguia restrita.
Isso criava um movimento em que as indústrias compram para recompor escala, se afastam temporariamente e voltam quando a programação encurta. Enquanto a oferta permanecer curta, esse comportamento tende a limitar quedas consistentes nas cotações. A demanda fraca atua como freio para novas altas, mas não necessariamente como fator de pressão baixista.
Sendo assim, a cotação ficou estável para todas as categorias.
As escalas de abate atendem, em média, a sete dias.
Na região de Dourados, com uma oferta mais restrita de boiadas, as indústrias tiveram que pagar mais. A cotação subiu R$2,00/@ para a vaca e a novilha. As escalas de abate estão, em média, para cinco dias.
Na região de Campo Grande, a cotação ficou estável para todas as categorias. As escalas de abate estão, em média, para oito dias.
Na região de Três Lagoas, a cotação também ficou estável para todas as categorias. As escalas de abate atendem, em média, a nove dias.
A cotação ficou estável para todas as categorias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 25/9/2026.
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