Oferta controlada mantém mercado firme e cotações em alta.
Na comparação feita dia a dia, a cotação da novilha subiu R$5,00/@, a do boi gordo, R$3,00/@ e a do "boi China", R$2,00/@.
A oferta de boiadas atendeu à demanda, sem excedentes. A ponta vendedora controlou a oferta em busca de melhores preços e, do outro lado, os frigoríficos compraram apenas o necessário para manter as escalas de abate, que atenderam, em média, a seis dias.
Após a alta da cotação da arroba do "boi China" ontem, o mercado abriu com preços estáveis na quarta-feira.
A partir de 20 de setembro, uma missão de inspeção sanitária da China visitaria três frigoríficos brasileiros, dois deles em Rondônia. O objetivo era avaliar a reabilitação de plantas suspensas e a habilitação de novos estabelecimentos exportadores.
No trimestre, o abate de bois foi de 5,02 milhões de cabeças, alta de 3,5% em relação ao segundo trimestre de 2025 e alta de 6,1% frente ao primeiro trimestre de 2026. O abate de vacas somou 3,42 milhões de cabeças, queda de 5,0% na comparação com o segundo trimestre de 2025 e recuo de 1,1% frente ao primeiro trimestre de 2026.
O abate de novilhos foi de 447,0 mil cabeças, aumento de 17,1% em relação ao segundo trimestre de 2025 e alta de 4,0% frente ao primeiro trimestre de 2026. Já o abate de novilhas somou 1,83 milhão de cabeças, alta de 4,6% em relação ao segundo trimestre de 2025 e de 8,4% frente ao primeiro trimestre de 2026.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 16/9/2026.
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