Com negócios escassos e oferta e demanda mornas, o mercado paulista manteve estabilidade nas cotações.
Foto: Bela Magrela
O mercado abriu sem mudança na cotação. Parte das indústrias frigoríficas estava trabalhando normalmente apesar do feriado estadual em São Paulo, que marcava a Revolução Constitucionalista de 1932. No entanto, poucos negócios haviam sido realizados. Com oferta e demanda mornas, o ritmo dos negócios estava lento e o cenário era de estabilidade.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
Com a venda de carne bovina lenta e poucas ofertas de compra e de venda de bovinos, a cotação caiu em duas das quatro praças pecuárias.
Na região do Triângulo Mineiro, a cotação não mudou.
Na região de Belo Horizonte, a cotação também não mudou.
Na região Norte, a cotação da arroba caiu R$2,00 de maneira generalizada.
Na região Sul, a cotação do boi gordo e da novilha caiu R$1,00/@. A cotação da vaca não mudou.
A cotação do “boi China” não mudou.
Até a primeira semana de julho, o volume exportado foi de 45,1 mil toneladas, com uma média diária de 15 mil toneladas, aumento de 25,1% frente ao embarcado por dia em julho de 2025. A cotação média da tonelada ficou em US$6,3 mil, alta de 15,0% na comparação feita ano a ano.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 9/7/2025.
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