Mesmo sem excesso de oferta, a demanda limitada pressionou as cotações da arroba ao longo da semana, com estabilidade apenas no encerramento do período.
Foto: Bela Magrela
Ao longo dos últimos dias, o mercado do boi gordo esteve pressionado. Mesmo com resistência dos pecuaristas e oferta de rebanhos sem folga, o baixo volume de negócios manteve o mercado frouxo e em queda.
Dessa forma, na comparação com o fechamento da semana anterior, a cotação do boi gordo e a do “boi China” caiu 2,6%, e a da vaca e a da novilha caíram 1,9% e 1,2%, respectivamente.
Naquela sexta-feira, após quatro dias consecutivos de queda, as cotações ficaram estáveis na comparação feita dia a dia.
As escalas de abate atendiam, em média, a sete dias.
Com o pagamento dos salários, a expectativa era de melhora no consumo de carne, o que podia melhorar o mercado, mas sem grandes mudanças.
A demanda arrefeceu e a oferta se manteve. Dessa forma, a cotação da vaca e a da novilha caíram numa e noutra praças pecuárias do estado.
Na região Sul, a cotação da vaca caiu R$3,00/@. Para o boi gordo e para a novilha, estabilidade.
Na região Norte, a cotação da novilha caiu R$3,00/@. Para o boi gordo e para a vaca, estabilidade.
A arroba do “boi China” caiu R$5,00. Ágio de R$3,00/@ na região Sul e de R$5,00/@ na região Norte.
As escalas de abate atendiam, em média, entre seis e oito dias.
A cotação não mudou.
As escalas de abate atendiam, em média, de oito a 10 dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 3/7/2026.
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