• Sexta-feira, 3 de julho de 2026
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Estabilidade no mercado do boi gordo em São Paulo após dias com quedas consecutivas

Mesmo sem excesso de oferta, a demanda limitada pressionou as cotações da arroba ao longo da semana, com estabilidade apenas no encerramento do período.


Foto: Bela Magrela

Foto: Bela Magrela

Ao longo dos últimos dias, o mercado do boi gordo esteve pressionado. Mesmo com resistência dos pecuaristas e oferta de rebanhos sem folga, o baixo volume de negócios manteve o mercado frouxo e em queda.

Dessa forma, na comparação com o fechamento da semana anterior, a cotação do boi gordo e a do “boi China” caiu 2,6%, e a da vaca e a da novilha caíram 1,9% e 1,2%, respectivamente.

Naquela sexta-feira, após quatro dias consecutivos de queda, as cotações ficaram estáveis na comparação feita dia a dia. 

As escalas de abate atendiam, em média, a sete dias.

Com o pagamento dos salários, a expectativa era de melhora no consumo de carne, o que podia melhorar o mercado, mas sem grandes mudanças.

Tocantins

A demanda arrefeceu e a oferta se manteve. Dessa forma, a cotação da vaca e a da novilha caíram numa e noutra praças pecuárias do estado.

Na região Sul, a cotação da vaca caiu R$3,00/@. Para o boi gordo e para a novilha, estabilidade.

Na região Norte, a cotação da novilha caiu R$3,00/@. Para o boi gordo e para a vaca, estabilidade.

A arroba do “boi China” caiu R$5,00. Ágio de R$3,00/@ na região Sul e de R$5,00/@ na região Norte.

As escalas de abate atendiam, em média, entre seis e oito dias.

Santa Catarina

A cotação não mudou.

As escalas de abate atendiam, em média, de oito a 10 dias.

Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 3/7/2026.

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