Oferta curta e menor apetite de compra mantiveram o mercado equilibrado e sustentaram a estabilidade nas cotações.
Foto: Bela Magrela
A cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A oferta de bovinos estava curta e a ponta compradora estava devagar, comprando apenas o necessário para suprir as escalas de abate. Dessa forma, o mercado estava equilibrado, com oferta sem folga e menor apetite de compra.
As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.
A cotação subiu em todas as praças pecuárias. A oferta estava curta e os frigoríficos estavam pagando mais pela arroba bovina para cumprir as escalas de abate.
Na região do Triângulo Mineiro, a cotação subiu R$3,00/@ para todas as categorias.
Na região de Belo Horizonte, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@ e a das fêmeas, R$5,00/@. O
Na região Norte, a cotação do boi gordo e a da vaca subiram R$5,00/@, e a da novilha, R$3,00/@.
Na região Sul, a cotação subiu R$5,00/@ para todas as categorias.
A arroba do “boi China” subiu R$3,00.
A cotação não mudou.
As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 10/6/2026.
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