Negócios em ritmo lento e equilíbrio entre oferta e demanda marcaram o início da terça-feira.
Foto: Bela Magrela
Os negócios estavam acontecendo, mas em pouco volume. As indústrias compravam apenas para manter as escalas, e os produtores ofertavam lotes de forma controlada. Contudo, a queda da temperatura acendeu um alerta e podia condicionar o aumento da oferta.
Apesar do bom desempenho da exportação e do consumo interno, os frigoríficos não aumentaram o ritmo das compras. O cenário era de equilíbrio.
Dessa maneira, a cotação não mudou.
As escalas de abate estavam, em média, para oito dias.
Todos os preços são brutos e com prazo.
A demanda esteve firme, e aqueles que desejavam manter escalas confortáveis tinham que pagar o que era pedido. Dessa forma, nas duas praças pecuárias goianas, a cotação subiu.
Na região de Goiânia, a cotação do boi gordo subiu R$2,00/@, e a das fêmeas subiu R$3,00/@.
Na região Sul, a cotação da novilha subiu R$2,00/@. Para o boi gordo e para a vaca, estabilidade.
A cotação do “boi China” também subiu em relação ao dia anterior, R$5,00/@.
Nos primeiros quatro dias úteis de maio, o volume exportado foi de 62,6 mil toneladas, com uma média diária de 15,6 mil toneladas, aumento de 29,8% frente ao embarcado por dia em junho de 2025. A cotação média da tonelada ficou em US$6,6 mil, alta de 20,9% em comparação ao mesmo período de 2025.
Com o avanço dos embarques e dos preços pagos por tonelada, mesmo com menos de um quarto dos dias úteis de maio transcorridos, junho de 2026 já alcançou 31,4% do faturamento total registrado em junho de 2025.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 9/6/2025.
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