Oferta mais robusta e demanda enfraquecida pressionaram as cotações em São Paulo, enquanto frigoríficos alongados nas escalas reduziram o ritmo das compras.
Foto: Bela Magrela
A semana se encerrou com queda de R$2,00/@ na cotação de todas as categorias, exceto a da novilha, na comparação feita dia a dia. A pressão sobre a cotação veio da combinação entre oferta mais robusta e demanda enfraquecida. Parte dos frigoríficos já havia composto suas escalas de abate e se retirou das compras, negociando apenas lotes a preços mais vantajosos e aguardando para assumir nova posição no mercado. Entre aqueles que seguiram ativos e adquiriram boiadas no mercado spot, a maior disponibilidade de negócios proporcionou mais flexibilidade nas negociações e permitiu compras em condições mais favoráveis para o comprador.
Na comparação diária, a cotação da novilha caiu R$5,00/@, e a da vaca, R$3,00/@. A cotação do boi gordo permaneceu estável. A oferta de bovinos aumentou e já passava a pressionar as cotações das diferentes categorias.
Não havia referência para o “boi China” na região.
As escalas de abate estavam, em média, para uma semana.
A cotação caiu R$5,00/@ para todas as categorias. O mercado estava ofertado.
Na comparação diária, a cotação da vaca registrou alta de R$5,00/@. Já a cotação do boi gordo e a da novilha permaneceram estáveis.
A cotação do “boi China” não mudou.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 15/5/2025.
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