Oferta maior e escalas mais confortáveis mantiveram o mercado pressionado, com recuos nas cotações e maior poder de negociação dos compradores.
Foto: Bela Magrela
O mercado esteve pressionado. O aumento da oferta de boiadas e o alongamento das escalas ampliaram o poder de negociação dos compradores. Com isso, as ofertas de compra caíram pelo terceiro dia consecutivo.
Na comparação feita dia a dia, a cotação boi gordo e a da vaca caiu R$1,00/@, e a da novilha permaneceu estável.
A cotação do “boi China” caiu R$2,00/@.
As escalas de abate estavam, em média, para dez dias.
Agentes de mercado relataram que ofertas de compra de R$360,00/@ do boi gordo ou acima não encontraram resistência nas negociações, permitindo compras com facilidade. Já nas tentativas de comprar abaixo dessa faixa de preço, a dificuldade para fechar negócios aumentou. Apesar disso, houve negócios com preços menores, porém sem volume suficiente para consolidarem referência.
Assim como em outros estados, as cotações em Goiás estavam pressionadas. O aumento da oferta, as escalas mais confortáveis, redução da capacidade de suporte das pastagens e uma ponta vendedora mais disposta a negociar, antecipando novas quedas, sustentaram o movimento de pressão. Com isso, na comparação feita dia a dia, em ambas as praças goianas a cotação caiu.
Na região de Goiânia, a cotação do boi gordo e a da vaca caiu R$2,00/@ e R$3,00/@, respectivamente. Para a novilha, não houve alteração.
As escalas de abate estavam, em média, para 12 dias.
Na região Sul, a queda foi de R$3,00/@ do boi gordo, R$5,00/@ da vaca e R$3,00/@ da novilha.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
A cotação do “boi China” caiu R$2,00/@.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 29/4/2025.
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