Pouca oferta trouxe encurtamento das escalas de abate e alta nas cotações para o mercado do boi gordo.
Foto: Bela Magrela
O cenário de oferta reduzida encurtou as escalas de abate da região. O boi gordo vem registrando alta contínua desde o início do ano.
Na comparação semanal, a arroba do boi gordo foi a que mais subiu, com alta de 2,5%, ou R$8,50, negociada em R$345,50.
A cotação da vaca gorda registrou alta de 1,4%, ou R$4,50/@, apregoada em R$315,00/@. Já a da novilha valorizou 2,2% na semana, ou R$7,00/@, negociada em R$328,00/@.
O diferencial de base do boi gordo está em R$9,00/@, ou 2,6% menor na região de Dourados em relação a São Paulo, onde a arroba está em R$354,50.
Todos os preços são a prazo, descontados o Senar e o Funrural.
No curto prazo, o viés é de estabilidade à alta, com as condições ainda favoráveis às pastagens, favorecendo o pecuarista a reter a boiada.
Figura 1.
Preços mensais do boi gordo, em R$/@, a prazo e livre de impostos, na região de Dourados, no Mato Grosso do Sul.
*até: 2/4. Fonte: Scot Consultoria.
Figura 2.
Cotação do boi gordo, em 2/4, em R$/@, com preços a prazo e livre de impostos.
Fonte: Scot Consultoria.
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