Oferta enxuta, resistência dos vendedores e suporte das exportações elevaram em R$3,00/@ as cotações do boi gordo e do “boi China” em São Paulo.
Foto por: Scot Consultoria
A cotação do boi gordo e a do “boi China” subiu R$3,00/@. A cotação da vaca e a da novilha não mudou na comparação feita dia a dia. O fator que sustentou a alta foi a oferta enxuta e uma ponta vendedora que não aceitou negociar abaixo da referência. A exportação também contribuiu para a sustentação dos preços, apesar da redução no ritmo dos embarques.
As escalas de abate atenderam, em média, a sete dias.
A oferta esteve curta, e os frigoríficos pagaram mais pela arroba para completar as escalas de abate.
Na região de Marabá, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@ e a da novilha R$2,00/@. A cotação da vaca ficou estável na comparação feita dia a dia.
As escalas de abate atenderam, em média, a quatro dias.
Na região de Redenção, a cotação da vaca subiu R$3,00/@, e a da novilha subiu R$5,00/@. A cotação do boi gordo não mudou.
As escalas de abate atenderam, em média, a dois dias.
Na região de Paragominas, a cotação subiu R$4,00/@ para todas as categorias.
As escalas de abate atenderam, em média, a três dias.
A cotação do “boi China” subiu R$4,00/@ em Paragominas. Já nas regiões de Marabá e Redenção, a cotação do “boi China” subiu R$1,00/@.
Até a terceira semana de março, o volume exportado foi de 167,0 mil toneladas, com uma média diária de 11,1 mil toneladas, queda de 1,7% frente ao embarcado por dia em março de 2025. A cotação média da tonelada ficou em US$5,8 mil, alta de 18,0% na comparação feita ano a ano.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 24/03/2026.
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