Em São Paulo, a semana começou com os negócios em ritmo mais lento em parte do mercado, com alguns frigoríficos fora das compras.
Foto: Bela Magrela
Em São Paulo, a semana começou com os negócios em ritmo mais lento em parte do mercado, com alguns frigoríficos fora das compras. Mas, entre aqueles que estão ativos, as ordens de compra foram maiores, com alta de R$5,00/@ para vaca, R$3,00/@ para a novilha e R$2,00/@ para o “boi China”.
A escala de abate estava, em média, para seis dias.
Desde o início de fevereiro, a arroba do boi gordo e a do “boi China” acumulam alta de R$20,00, a da vaca de R$21,00 e a da novilha, de R$18,00.
Todos os preços são brutos e com prazo.
O cenário é de menor oferta e escalas curtas, o que provocou uma alta de R$2,00/@ para o boi gordo. A cotação das demais categorias permaneceu estável.
A escala de abate estava, em média, para quatro dias.
Apesar da reposição de estoque ter diminuído em relação à semana passada, esteve em nível satisfatório, especialmente para o período – segunda quinzena do mês – em que o consumidor tende a se voltar para proteínas mais baratas. Dessa forma, a cotação das carcaças casadas seguiu sustentada em relação a 18/2.
A cotação da carcaça casada do boi capão subiu 1,1%, ou R$0,25/kg, enquanto a do boi inteiro subiu 1,8%, ou R$0,40/kg.
Entre as fêmeas, a cotação subiu de 1,2%, ou R$0,25/kg, tanto para a vaca quanto para a novilha.
No mercado de proteínas alternativas, a cotação do frango médio* caiu 1,8%, ou R$0,12/kg, e a do suíno especial** não mudou.
*Ave que leva em consideração o peso médio da linhagem para um lote misto, com rendimento de carcaça estimado em 74,0%.
**Animal abatido, sem vísceras, patas, rabo e gargantilha.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 23/02/2026.
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